quarta-feira, 5 de julho de 2017

Marketing de relacionamento TCC

Saudações Biblioteconômicas!!

Cá estou eu novamente para postar a continuação do meu TCC sobre Marketing.
Espero que gostem.

1 introdução


Vivencia-se uma fase em que a tecnologia e a competitividade são muito estimuladas pela sociedade. Diariamente, a Ciência apresenta novidades e avanços que, em muitas vezes, não são assimilados seja pela inovação, seja pela invenção de produtos e serviços que superam os anteriores, ainda nem bem consolidados. É neste contexto de mudanças que as unidades de informação estão inseridas.
As novidades tecnológicas trouxeram novas ferramentas para os centros de informação, melhorando o trabalho dos bibliotecários e facilitando a vida dos usuários, gerando-lhes mais autonomia. Desta forma, os usuários têm acesso às informações de que necessitam sem depender exclusivamente do auxílio bibliotecário.


A evolução tecnológica permite que os usuários interessados em obter informações utilizem meios eletrônicos de acesso direto a essas informações sem a interferência da unidade de informação ou a interferência de um bibliotecário. (AMARAL, 1998, p. 33)


Por isto, o profissional da informação deve estar atento às novidades tecnológicas. É desta forma que ele pode prestar um serviço eficiente e de qualidade, através da constante atualização e da busca pela previsão de prováveis demandas e necessidades de informação de seus usuários, frente às freqüentes mudanças e à concorrência representada, especialmente nos dias de hoje, pelo advento da Internet.
Para vencer a competitividade e o avanço tecnológico, as unidades de informação precisam utilizar ferramentas e novas áreas do conhecimento, que as auxiliem no acompanhamento dessas novas tecnologias. Uma destas áreas, que permite uma prestação de serviços com maior qualidade, éo marketing, em específico, o marketing de relacionamento.
O marketing, em um sentido amplo, está interligado à tecnologia e suas evoluções, modificando-se e alterando-se conforme estas surgem. A união entre o marketing e a tecnologia precisa ser favorável para que resulte em novas idéias e meios para atender às necessidades do cliente ou usuário. McKenna (1992) ressalta esta importância ao dizer que, o casamento entre o marketing e a tecnologia deve ser o meio que trará o cliente para dentro da empresa e, fará com que o marketing esteja no centro da mesma.
É importante salientar que o marketing deve acompanhar os avanços tecnológicos para não se tornar obsoleto, pois de nada adiantará possuir um plano de marketing bem estruturado se o mesmo não tiver, em sua base, o espaço necessário para modificações e adaptações referentes às novidades geradas pela tecnologia. McKenna (1992, p. 10), novamente, ilustra muito bem esta informação:


Em um mundo de produção de massa, a contrapartida era o marketing de massa. Em um mundo de produção flexível, a contrapartida é o marketing flexível. A tecnologia vem primeiro, a capacidade de comercializar vem depois. A tecnologia envolve capacidade de adaptação, programação e customização; em seguida, vem o marketing, que faz essas qualidades chegarem aos clientes.


Sabe-se que, em tempos de grandes transformações e novidades, se faz necessário tornar o marketing parte integrante das atividades cotidianas das organizações e das unidades de informação, estendendo-o a todos que trabalham nelas, partindo dos funcionários de mais baixo escalão até a mais alta administração. Assim, o marketing será ferramenta fundamental para que os serviços prestados por todos da organização sejam eficazes e qualificados.
Como a unidades de informação não tem razão de existir sem a presença do usuário, e o profissional da informação depende necessariamente dele para exercer o seu papel de facilitador e disseminador da informação, é preciso fazer do marketing a filosofia adotada de trabalho para integrar o cliente ou usuário à geração do produto, e criar um contínuo processo de interações que solidificará as relações estabelecidas. Este fato é comprovado pelas palavras de McKenna (1992, p. 7): “A tarefa final do marketing é servir às verdadeiras necessidades do cliente e comunicar a substância da empresa”.
Sendo, então, o marketing uma ferramenta que permite aproximação e conquista do cliente, as unidades de informação têm, na sua adoção, um precioso auxiliar para desenvolver relacionamentos mais fortes e duráveis.


1.1 Justificativa


O tema escolhido justifica-se pela percepção da importância das novas formas de marketing – marketing interno e marketing de relacionamento – em unidades de informação, uma vez que estas ferramentas possibilitam gerar a excelência na prestação de serviços dos centros informacionais. Além disto, observou-se ser este um tema pouco explorado na literatura da área, o que representa um importante motivo para se estudar sobre o assunto, bem como uma forma de contribuir com uma maior exploração do tema, na área de Ciência da Informação.


1.2 Objetivos

O presente trabalho tem os seguintes objetivos geral e específicos.


1.2.1 Objetivo Geral


Mostrar que a utilização de novas formas de marketing, especificamente o marketing interno e o marketing de relacionamento, geram a aproximação e a fidelização do usuário em longo prazo.

    1. Objetivos Específicos


São objetivos específicos:
  1. levantar literatura específica sobre marketing interno e de relacionamento em geral e, em unidades de informação, especificamente de diferentes contextos;
  2. verificar o uso do marketing interno e de relacionamento em duas unidades de informação;
  3. estabelecer se estas formas de marketing tem influência uma sobre a outra;
  4. avaliar se a adoção destas novas formas de marketing geram aproximação e fidelização do usuário.
Buscando cumprir com os objetivos propostos, passa-se a dissertar sobre os principais temas que envolvem o assunto escolhido: marketing, com foco em marketing de relacionamento e sua inserção na área da Ciência da Informação, mais especificamente, através da implementação em unidades de informação.



Por hoje era isso.
Até semana que vem!


quarta-feira, 14 de junho de 2017

As Novas Formas de Marketing e as Unidades de Informação: uma convivência necessária

Saudações Biblioteconômicas!!

Após muito tempo, quase um ano, cá estou eu postando, aos pouco, meu Trabalho de Conclusão de Curso. Espero que gostem.
Sintam-se à vontade para comentar.






Michele Irigaray 





As Novas Formas de Marketing e as Unidades de Informação:


uma convivência necessária





Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de bacharel em Biblioteconomia pela Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.





Orientadora: Profª. Drª. Helen B. Frota Rozados



PORTO ALEGRE, 2006



UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL


FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO


Rua: Ramiro Barcelos, 2705


CEP: 90035-007


Tel.: (51) 3316 5146


Fax.: (51) 3316 5435







Catalogação na Publicação



  I68n Pedreira, Michele Irigaray
As novas fo                   As novas forrmas de marketing e as unidades de informação : uma convivência necessária / Michele Irigaray . -- 2006.
  106f.

Trabalho de conclusão e aprovação do curso de Biblioteconomia da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação orientado por Helen Beatriz Frota Rozados.Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
1.Marketing. 2.Marketing de relacionamento.
3. Marketing interno. 4. Unidades de informação.
  I. Helen Beatriz Frota Rozados. II. Título .
CDD : 658.8


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL


Reitor: José Carlos Ferraz Hennemann


Vice-Reitor: Pedro Cezar Dutra Fonseca


FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO


Diretor: Dr. Valdir José Morigi


Vice-Diretor: Ricardo Schneiders da Silva


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO


Chefe: Dra. Iara Conceição Bitencourt Neves


Chefe-Substituta: Ms. Jussara Pereira Santos


COMISSÃO DE GRADUAÇÃO DA BIBLIOTECONOMIA


Coordenadora: Dra. Maria do Rocio Fontoura Teixeira


Coordenadora Substituta: MS. Neiva Helena Ely


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL



FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO


Curso de Biblioteconomia




A Comissão Examinadora, abaixo-assinada, aprova o Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “As Novas Formas de Marketing e as Unidades de Informação: uma convivência necessária” elaborada por Michele Irigaray Moisés Pedreira, como requisito parcial para obtenção do Grau de Bacharel em Biblioteconomia.


Comissão Examinadora:

Profa. Dra. Helen Beatriz Frota Rozados (orientadora)
Profa. Dra. Maria do Rocio Teixeira
Bibliotecário Ulrich Kaup






DEDICATÓRIA



Dedico este trabalho à pessoa mais importante e especial em minha vida: meu filho Lucius, razão pela qual me fez seguir adiante e não desistir de trilhar este longo e importante caminho.




AGRADECIMETOS





Em especial, à minha professora, orientadora e amiga Dra. Helen Beatriz Frota Rozados, pela ajuda, atenção, apoio, carinho e por acreditar em meu trabalho.


À minha tia e à minha avó, que me apoiaram, ajudaram, incentivaram e ouviram incontáveis vezes informações sobre Marketing.











Marketing

Aumentando o conhecimento

Respeitando os interesses e opiniões dos usuários

             MARKETING

                     Eficácia e eficiência, conduzindo à efetividade,

                    Toda a equipe engajada no processo de

                     Inovação e as

                     Necessidades de informação atendidas para

                    Garantir o futuro da unidade de informação


Sueli Angélica do Amaral




Resumo




Aborda o marketing de relacionamento e o interno, comenta aspectos relativos à comunicação interna voltados às unidades de informação. Tem como objetivo principal mostrar que a utilização do marketing interno e de marketing de relacionamento geram a aproximação e a fidelização do usuário em longo prazo. Adota a metodologia com abordagem qualitativa e o método de estudo de casos múltiplos para o levantamento e o tratamento dos dados. Utiliza a entrevista estruturada como instrumento de coleta dos dados. A pesquisa de campo ocorre em duas unidades de informação, uma de caráter público, pertencente à instituição de cunho privado e outra universitária, especializada, vinculada à organização pública. Conclui que a utilização do marketing interno e do marketing de relacionamento geram a aproximação e a fidelização do usuário em longo prazo. Recomenda que seja aprofundada a pesquisa e que sejam desenvolvidas outras na mesma área. Sugere a criação e a utilização de bancos de dados de clientes/usuários. Recomenda que o perfil do bibliotecário seja dinâmico, comunicativo, agente de mudanças criativo e dialético.



Palavras-Chave: Marketing. Marketing de relacionamento. Marketing interno. Comunicação interna. Unidades de informação. Qualidade total. Cliente/usuário. Profissional da informação.

Abstract


This study approaches the relationship marketing and the internal marketing, comments about aspects of internal communicationin units of information. mainly it should be pointed out that the use of the internal marketing and the relationship marketing generate the approximation to and the fidelization of  the client/user in the long run.  It adopts the  methodology of qulitative discussion and the method of study of multiple cases in regard of capturing and processing of the data. It uses the structured interview as instrument of collection  of the data. The field research takes place in two  units of information, one of public  character belonging to a private institution and the other a university, specialized, linked to a public organization. It concluded that the use of internal marketing and relationship marketing generate the approximation to and the fidelization of the client/user in the long run. It recommends that the research is deepened and that other are developed in the same area. It suggests the  creation and use of users databases. It recommends that the librarian´s profile is dynamic, communicative, a creative agent of changes and dialectic.

Key-Words: Marketing. Relationship marketing. Internal marketing. Internal communication. Units of information. Total quality. Customer/ user. Professional of the information.



lista de figuras



FIGURA 1 – Sentido da informação 23




SUMÁRIO


1 introdução 12
1.1 Justificativa 14
1.2 Objetivos 14
1.2.1 Objetivo geral 14
1.2.2 Objetivos específicos 15
2 contextualização teórica 16
2.1 Marketing 17
2.2 Endomarketing 21
2.3 Marketing de relacionamento 25
2.4 Marketing em Unidades de Informação 29
2.4.1 Pesquisa de mercado e estudos de usuário 33
2.4.2 Consumidores, clientes ou usuários? 38
2.5 Comunicação e informação: essenciais no marketing
de relacionamento 42
2.6 Qualidade: característica que não pode faltar no
marketing de relacionamento 47
2.7 Importância da fidelização/retenção de clientes 50
2.8 Tecnologias e o uso de Banco de Dados 52
2.9 Marketing de relacionamento e bibliotecário: uma
parceria de sucesso 55
3 metodologia 58
3.1 Estudo de Caso 58
3.2 Instrumentos da Pesquisa 60
3.3 Sujeitos da Pesquisa 61
3.3.1 Biblioteca do Instituto Goethe de Porto Alegre 61
3.3.2 Biblioteca da Escola de Engenharia Elyseu Paglioli 63
3.4 Coleta de Dados 65
4 ANÁLISE dos dados 66
4.1 Análise da observação e da documentação 66
4.2 Análise e interpretação das entrevistas 81
5. CONCLUSÕES 92
6 recomendações 96
Referências 100
anexo a – Sugestão da Biblioteca do Goethe Institut 104

anexob – Sugestões da Biblioteca Elyseu Paglioli 106


Até a próxima quarta-feira!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Voltando...

Saudações Biblioteconômicas!!

Estou aqui depois de quase um ano... mas é aquilo: demorei, mas não deixei de escrever. Creio que é isso que importa. 
Hoje não vou postar nada sobre a Biblioteconomia e sim, sobre livros e bibliotecários.
Estava navegando na Internet quando encontrei essa notícia. 
Uma vez que sou Bibliotecária e Escritora e adoro os livros de Stephen King, achei interessante compartilhar a informação com vocês.
Espero que gostem.

FONTE:

Bibliotecário debuta com romance gótico "Loney" 

e ganha elogios de Stephen King


Andrew Michael Hurley virou escritor depois de ganhar elogios de Stephen King. Seu romance sombrio ambientado no litoral inglês sai agora no Brasil

 GABRIEL, Ruan DE SOUSA

Durante anos, Andrew Michael Hurley foi um escritor de domingo que vivia em Preston, no noroeste da Inglaterra. Nos dias úteis, ele dava aulas de escrita criativa e trabalhava meio período como bibliotecário. As noites e os fins de semana eram dedicados à escrita de um romance sombrio que combinava a desolada paisagem litorânea inglesa com as memórias de uma criação católica. Hurley enviou o manuscrito do romance para agentes literários e editoras. As únicas respostas que recebeu foram nãos educados e silêncio. Por meio da internet, ele conheceu a Tartarus Press, uma pequena editora especializada em literatura de horror, que colocou 300 exemplares de Loney, o romance de Hurley, nas livrarias.
Loney chamou a atenção da John Murray, uma editora britânica, que patrocinou uma segunda fornada do livro, bem mais farta. O romance ganhou elogios de Stephen King, o mestre da literatura de terror, ótimas resenhas  na imprensa britânica e, por fim, o prestigioso Prêmio CostaLoney foi classificado como um romance “gótico” por resgatar a tradição literária que toma a natureza selvagem como reflexo dos conflitos morais de personagens atormentados. “Loney não é apenas bom, é sensacional. Uma extraordinária obra de ficção”, disse King. “Eu devorava os romances e os contos de King na adolescência”, diz Hurley. “A maneira como ele conta aquelas histórias sombrias foi fundamental para que eu quisesse me tornar um escritor.”
Loney é narrado por um personagem de quem só conhecemos o sobrenome: Smith. A família Smith era formada por católicos devotos: uma mãe apegada a rituais e tradicionalismos; um pai tímido; Hanny, o filho mais velho, que era mudo e tinha problemas de aprendizagem; e o filho mais novo, que é quem conta a história. Na Páscoa de 1976, eles empreendem uma peregrinação religiosa por Loney, uma região remota do litoral inglês que atravessou os séculos protegida da Reforma Protestante por uma natureza agreste e um mar que engolia pescadores e banhistas azarados.
Segundo as esperanças da matriarca da família Smith, em Loney, Hanny seria curado por uma milagrosa intervenção divina. Por isso, o retiro pascoal, num casarão que um dia abrigara crianças tuberculosas, é guiado por uma penosa disciplina católica de jejuns, orações, confissões de pecados, penitências e peregrinações a santuários medievais. “Os personagens católicos do romance veem Deus naquela paisagem desolada e solitária”, diz Hurley.  “Mas, para a natureza, a vida humana é pequena e insignificante. A natureza só se preocupa com sua própria sobrevivência. E essa revelação pode ser muito prejudicial à fé.”
Loney existe fora das páginas e fica nos arredores da cidade onde Hurley vive.  Hurley também recebeu uma educação católica – foicoroinha. Mas a fé o abandonou na adolescência. “No romance, eu quis investigar o que a fé significa para as pessoas. A fé traz conforto moral, mas também pode ser uma permissão para todo tipo de atrocidade”, diz. Hurley pinta o litoral inglês como um lugar soturno, assombrado por seres espectrais e estagnado no tempo. A mesma descrição se aplica a religiões tradicionais, como a católica, com suas liturgias centenárias e resistência a mudanças. “A fé precisa que as coisas continuem as mesmas. Se há ordem e propósito no mundo, é uma evidência de que Deus existe”, diz Hurley. “Isso é uma armadilha. Se as coisas fogem ao roteiro, toda a arquitetura da fé desmorona.”
Hurley não crê mais em Deus, mas ainda aprecia os hinos e a arquitetura das catedrais. Ao escrever, ele se perguntava por que essa cultura católica continuava com ele mesmo depois de a fé já ter ido embora. O livro não o levou às respostas, mas o tornou um escritor profissional em tempo integral. Hurley prepara um novo romance para o próximo ano. O cenário ainda será a brumosa costa inglesa.

|Bem, por enquanto é isso. 
Deixo um grande abraço a todos e até a próxima.


quarta-feira, 25 de março de 2015

12 de março atrasado...

Saudações Biblioteconômicas!!

Sei que já passou a data, mas como eu estava sumida, não tinha como postar justamente na data que eu queria: 12 de março.
Mas, acredito que antes tarde do que nunca...
Fiz uma breve pesquisa na Internet e selecionei algumas imagens que achei bonitas sobre a comemoração do dia 12 de março, o meu, o nosso dia: Dia do Bibliotecário.














Por hoje era isso, espero que tenham gostado.
Até a semana que vem.


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Voltando à ativa

Saudações Bibliotecárias!!

Peço incontáveis desculpas aos que seguem o blog. Praticamente, passei quase um ano sem dar o ar da graça e sei o quão chato é isso, porque eu também não gosto de visitar um blog que acho legal e nunca mais ter novidades...
Sinto muito mesmo, mas vou me comprometer a ser mais assídua, no mínimo, uma vez por semana estarei por aqui.
Aproveitei o momento e coloquei uma notícia bem antiga, mas que infelizmente ainda é bem atual.
Para variar, o mesmo assunto: cadê o Bibliotecário?

Como hoje o jogo é rápido, fico por aqui. Espero que gostem das informações.
Até a semana que vem,









http://esportes.terra.com.br/santos/alckmin-inaugura-biblioteca-no-museu-do-futebol-e-relembra-ataque-com-pele,1be35b4070481410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Alckmin inaugura biblioteca no Museu do Futebol e relembra ataque com Pelé

               

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin inaugurou, na manhã desta sexta-feira, o Centro de Referência do Futebol Brasileiro (CRFB) no Museu do Futebol, localizado no Estádio do Pacaembu. Santista, o tucano fez questão de relembrar o vitorioso ataque santista na década de 60 e aproveitou para elogiar o ex-governador e companheiro de PSDB José Serra, a quem chamou de artilheiro e que inaugurou o museu na capital paulista.

Santista, Alckmin lembrou do histórico ataque da equipe paulista formado por Pepe, Dorval, Pelé, Mengálvio e Coutinho Foto: Bruno Santos / Terra
Santista, Alckmin lembrou do histórico ataque da equipe paulista formado por Pepe, Dorval, Pelé, Mengálvio e Coutinho
Foto: Bruno Santos / Terra

"É o primeiro centro de referência público do País e o objetivo é facilitar o trabalho de pesquisadores, estudiosos, do conhecimento. Ele também traz acervo privado, que é catalogado, com biblioteca e midiateca. É pesquisa, entretenimento e a paixão pelo futebol, tudo isso junto", afirmou Alckmin.

O Museu do Futebol completou cinco anos de existência e, desde 2008, 1,7 milhão de pessoas já visitaram o local. “Todos podem ter acesso a essa cultura. O futebol de várzea também foi privilegiado, desde os times mais modestos até o maior ataque com Dorval, Megálvio, Coutinho, Pelé e Pepe”, brincou o governador de São Paulo.


Santos vence e afunda São Paulo, que pode voltar ao Z-4Clique no link para iniciar o vídeo
Santos vence e afunda São Paulo, que pode voltar ao Z-4

A biblioteca, equipada com modernos computadores que poderão fazer consultas de todos os times do mundo, fica nas dependências do museu.

“É um centro gratuito e vai ser um sucesso internacional, porque o futebol brasileiro, o futebol arte tem admiradores e fãs no mundo inteiro. Nós vamos ter no dia 12 de junho a abertura da Copa e o Mundo, quando todos vão estar olhando para cá”, lembrou Alckmin, a respeito do Mundial de 2014, que será disputado no Brasil e terá São Paulo como sede da abertura da competição.


O Museu do Futebol completou cinco anos de existência e, desde 2008, 1,7 milhão de pessoas já visitaram o local Foto: Bruno Santos / Terra
O Museu do Futebol completou cinco anos de existência e, desde 2008, 1,7 milhão de pessoas já visitaram o local
Foto: Bruno Santos / Terra

Apesar da gravata verde e da camisa branca, Alckmin encerrou seu discurso falando sobre seu time de coração, o Santos. Ele disse que sua equipe deve ter um espaço maior dentro do centro de referência.

“Gostei do que vi, pois vi o Zito, que é vizinho da minha cidade, Pindamonhangaba, e matei saudade da máquina Dorval, Coutinho Pelé e Pepe. Se for justo, metade vai ter que ser dedicado ao Peixe”, brincou, antes de comentar sobre os tempos em que jogava futebol. “Eu era perna de pau, mas sempre joguei de lateral direito”.


Terra

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Divulgando

Saudações Biblioteconômicas!!


Hoje divulgarei uma vaga de emprego que foi solicitado pela colega Rose.




 
Colégio Imaculada Conceição, de Dois Irmãos.
Estamos buscando bibliotecária/o. Enviar curriculum para este e-mail secretaria@imaconceicao.g12.br 
Necessita formação em Biblioteconomia.
Obrigada.
 
Rose
SEC Colégio Imaculada Conceição
Dois Irmãos / RS
51 3564 1213
Educando pelo que somos e fazemos.






Espero ter ajudado de qualquer forma.
Até a próxima!








Michele Irigaray
CRB10/1832





quarta-feira, 23 de abril de 2014

Estágio Biblioteconomia

Saudações Biblioteconômicas!!

Passo hoje por aqui para divulgar a necessidade de um estagiário para a Biblioteca do CRCRS, já que o contrato de nossa estagiária termina em 31 de maio.
 
CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL – CRCRS
 
Área
Biblioteconomia
 
Atividades
Atendimento ao público, preenchimento de estatísticas, pesquisa bibliográfica, arquivamento do
acervo.
 
Requisitos
Ensino em Biblioteconomia em andamento (preferencialmente 1° e 2° semestres)
 
Horário
12h30min às 17h30min
 
Remuneração
R$542,00/mês por 5h
Vale refeição R$18,00 por dia trabalhado
 
Contato
Enviar currículo para biblioteca@crcrs.org.br
 
   Se houver alguém interessado  na vaga, por favor entre em contato.
   Se conhecer alguém que precise da vaga, por favor comunique.
 
Desde já agradeço a atenção,