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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

2.3 Marketing de relacionamento

Saudações Biblioteconômicas!!

Vou postar mais uma parte do meu TCC sobre Marketing.



2.3 Marketing de relacionamento


Pode-se considerar que o marketing de relacionamento ressurgiu nos anos 90, tendo como foco principal o cliente, que deixou de ser manipulado pela empresa para ser integrado por ela. Esta afirmativa tem sua base referencial no período anterior à Revolução Industrial, pois era através do marketing de relacionamento que os negócios eram realizados. Os sapateiros da época produziam seus calçados um a um, de acordo com o tipo de cada cliente e para cada cliente. “O lojista era, antes do século XX, um executivo de marketing de relacionamento que cuidava dos clientes como indivíduos. Ele carregava o banco de dados na cabeça”. (PEPPERS; ROGERS, 1997 apud OLIVEIRA, 2003?, p. 7).1
A literatura sobre marketing de relacionamento apresenta diversos conceitos sobre o tema, dentre eles, destacam-se alguns que serão a seguir relacionados e comentados.
Kotler (1995) define marketing de relacionamento como o ato de gerar, manter e acentuar sólidos relacionamentos com os clientes e demais públicos e que tem como objetivo oferecer o valor de longo prazo aos clientes, sendo sua medida oferecer-lhes satisfação em longo prazo.
Stone (1998) conceitua marketing de relacionamento como o uso de uma abrangente variedade de técnicas e processos de marketing e comunicação com o cliente, para identificá-lo de forma individualizada e nominal, criando um relacionamento que se prolonga por muitas transações.
Já Oliveira (2003?) afirma que marketing de relacionamento é o modo de relacionamento entre a empresa e o cliente, no qual o objetivo maior é fidelizar clientes através de um envolvimento duradouro.
Por outro lado, Cabrino (2002) acredita que marketing de relacionamento é o ato das organizações projetarem e lançarem ações voltadas aos clientes, visando torná-los mais próximos de seus produtos e/ou serviços. Desta forma, os clientes utilizarão os serviços e os indicarão a inúmeras pessoas, pois indiretamente e imperceptivelmente, reconhecem o valor e o esforço a ele direcionado por aquela empresa que, a todo o momento, preocupa-se com suas solicitações.
Cobra (2001) conceitua marketing de relacionamento como a maneira de atrair novos clientes e gerar alianças de longo prazo com os clientes atuais, com o intuito permanente de identificar e satisfazer suas necessidades e desejos.
Já para Las Casas (1991), marketing de relacionamento é a área do conhecimento que envolve todas as atividades referentes às relações de troca, voltadas para a satisfação dos desejos e necessidades dos consumidores.
Percebem-se, em todos os conceitos sobre marketing de relacionamento, pontos em comum, como a preocupação em manter um estreito relacionamento com o cliente em longo prazo, satisfazendo suas necessidades e desejos. Porém, alguns autores destacam-se por apresentarem, em seus conceitos, alguma idéia complementar ao conceito comum de marketing de relacionamento. É o caso de Cobra (2001) que ressalta o ato de atrair novos clientes, de Las Casas (1991) que atenta para as atividades de troca entre empresa e consumidores e de Cabrino (2002) que destaca a indicação feita pelos usuários, conhecida também como propaganda de boca, dos serviços prestados pela biblioteca a outras pessoas.
 A partir dos conceitos vistos, buscou-se, então, formar um conceito de marketing de relacionamento que se supõe mais adequado às unidades de informação. Entende-se que marketing de relacionamento não pode ser considerado como a atitude passiva de uma biblioteca que espera seus usuários procurá-la e, de tanto atendê-los, cria um conhecimento informal sobre os mesmos, sem, no entanto, aprofundar este conhecimento ressaltando seus desejos e necessidades de informação.
Entende-se, por marketing de relacionamento em unidades de informação, a atitude ativa da biblioteca e de seus funcionários de ir até o usuário, através de contatos pessoais, promoções, questionários, entre tantas outras técnicas disponíveis, com o intuito de conhecê-lo melhor e mais profundamente e, com isto, buscar satisfazer seus desejos e necessidades de informação, aumentando a qualidade dos serviços, atendendo-o cada vez melhor, com o objetivo final de fidelizá-lo. É, portanto, a atitude pró-ativa da unidade de informação que, sem esperar que este venha até ela, vai ao seu encontro.
         Como já se sabe, o marketing de relacionamento, quando aplicado, gera inúmeras mudanças que modificam visivelmente a organização em sua base. Ao adotar esta nova abordagem a organização só tem a ganhar e Kotler (1998, p. 30) ressalta esta afirmação ao citar algumas das inúmeras vantagens do marketing de relacionamento: “Marketing de relacionamento resulta em fortes vínculos econômicos, técnicos e sociais entre as partes. Também reduz os custos de transação e o tempo”.
         Outras vantagens da aplicação do marketing de relacionamento podem ser pontuadas, tais como:
a)   aproximação e fidelização do usuário;
b)  favorecimento nas relações de troca, nos quais a biblioteca oferecerá serviços fundamentados nas necessidades dos usuários;
c)   redução de custos e do tempo para obtenção de informação e de dados almejados;
d)  geração da satisfação do usuário;
e)   identificação e satisfação dos desejos dos usuários, aspecto que irá auxiliar no planejamento bibliotecário;
f)    motivação da comunicação;
g)  maior facilidade no acompanhamento tecnológico.
Assim, o marketing de relacionamento torna-se, cada vez mais, uma importante ferramenta utilizada pelas organizações para manter o foco principal – o cliente ou usuário – como peça-chave na criação de seus produtos e serviços com maior qualidade.
É curioso observar que, mesmo apresentando tantas vantagens, o marketing de relacionamento é mal interpretado por alguns especialistas quando defendem a idéia de que o marketing incentiva e apela para valores materialistas. Outro equívoco ao aplicar o marketing de relacionamento é direcionar as técnicas mercadológicas em benefício próprio ao invés de direcioná-las ao foco principal: o usuário. Lamenta-se tal atitude, pois ao aplicar o marketing de relacionamento de forma errônea, as organizações desperdiçam um bom instrumento de qualidade que irá favorecê-las e apoiá-las na busca e retenção de clientes.





1 PEPPERS, D. ; ROGERS, M. Relacionamento duradouro. HSM Management, v.1, n.4, p. 82-86, set./out. 1997. Apud Oliveira, 2003?, p.7

Até semana que vem.
Espero que tenham gostado.


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

2.1 Marketing

Saudações Biblioteconômicas!

Hoje vou postar a continuação do meu TCC sobre Marketing de Relacionamento.
Desejo a todos uma ótima leitura.




2.1 Marketing


         Em um mundo cada vez mais globalizado e bombardeado por inovações tecnológicas, as organizações, em geral, e as unidades de informação, em particular, necessitam estar a par dos acontecimentos para que possam competir no mercado, oferecendo serviços qualificados. Neste contexto, o marketing torna-se uma ferramenta muito útil, pois ele orienta, educa, oferece benefícios e facilita o funcionamento das organizações. Uma boa definição de marketing é encontrada nas palavras de Lima Filho (2001):


Marketing pode ser definido como o conjunto de atividades que obtiveram a análise, o planejamento, a implementação e o controle de programas destinados a obter e servir a demanda por produtos e serviços, de forma adequada, atendendo desejos e necessidades dos consumidores e/ou usuários com satisfação, qualidade e lucratividade.


         O marketing não irá salvar uma organização ou unidade de informação se os seus gerentes não souberem utilizá-lo, mas, com certeza, irá tornar tais instituições mais competitivas e com serviços qualificados.
         O histórico do marketing pode ser marcado pela Revolução Industrial, iniciada no século XIX, quando a produção acelerada trouxe como conseqüências, a redução de custos e preços e, por conseguinte, um maior consumo dos produtos oferecidos. Este panorama intensifica-se especialmente após a Segunda Grande Guerra, com a geração de uma enorme quantidade de novos produtos e serviços e com o crescimento, cada vez mais intenso, da tecnologia. É neste contexto que o marketing nasce, por volta da década de 60, tendo como foco principal mercados de massa, sem individualização nenhuma, visualizando apenas o produto. McKenna (1992, p. 13) é um dos autores que constata tal característica, quando afirma:


No antigo modelo de marketing, fazia todo o sentido como parte de uma fórmula geral: vendem-se bens produzidos em massa para um mercado de massa através dos meios de comunicação em massa. A tarefa do marketing era publicidade para divulgar uma mensagem ao cliente em uma comunicação unilateral.


         No modelo tradicional de marketing não havia preocupação em individualizar o cliente. Todos os consumidores eram vistos como algo único, com características iguais, sem diferenciação.
À medida que a oferta passa a ser maior que a demanda, o foco em produto não é mais fundamental para a ampliação das vendas. Surge, então, um novo enfoque dentro do marketing cuja filosofia centra-se no cliente, usuário dos serviços, consumidor dos produtos. Este novo enfoque gera duas especificações no marketing: o marketing interno e o marketing de relacionamento.
Por marketing interno, ou endomarketing, entende-se todas as atividades empresariais voltadas à satisfação das necessidades dos clientes internos, ou seja, dos empregados e funcionários da organização. Endo vem do grego e significa ação ou posição no interior, isto é, ação voltada para dentro. Sendo assim, endomarketing pode ser considerado um grupo de ações e processos voltados para o público interno.
Brum (1994, p. 23) define marketing interno como: “Um conjunto de ações que tem como objetivos tornar comum, entre funcionários de uma empresa, objetivos, metas e resultados”.
Já Grönroos (1993) conceitua endomarketing como uma estratégia de gerenciamento, cujo foco é desenvolver nos empregados uma consciência do cliente.
Ohta (1993?) apresenta uma definição mais completa e abrangente de endomarketing como:


Uma filosofia de gerenciamento e um conjunto de atividades que, ao fazer uso de políticas, conceitos e técnicas de recursos e marketing, tem como objetivo integrar todas as áreas e níveis organizacionais e fazer com que os empregados estejam motivados, capacitados, bem informados e orientados para a satisfação dos clientes, resultando no alcance dos objetivos organizacionais.


Percebe-se então, que todos os autores vêem o endomarketing como uma estratégia de gerenciamento voltado para a satisfação e necessidades do cliente interno, ou seja, dos funcionários que trabalham na organização, buscando êxito em suas tarefas e responsabilidades. Outro ponto a destacar é a importância de gerar no público interno a consciência da responsabilidade de levar ao público externo o que a organização tem de melhor a oferecer.
O marketing de relacionamento, por sua vez, difere do marketing interno, uma vez que se baseia em construções de relações em longo prazo com os clientes externos, ou seja, consumidores, usuários da informação, fornecedores, distribuidores e demais instituições. É uma filosofia gerencial que busca a satisfação e fidelização do usuário externo, através do conhecimento profundo sobre as necessidades e desejos de seus clientes. Conforme Stone (1998), o marketing de relacionamento permite uma estrutura para ganhar, reter e desenvolver clientes. Assim, conhecendo melhor quem utiliza seus serviços, as organizações e as unidades de informação têm a possibilidade de qualificá-los da melhor forma possível.
         Identificados os conceitos de marketing interno e de marketing de relacionamento, acredita-se ser importante destacar as diferenças e semelhanças entre estes dois tipos de marketing.
Baseado nos autores Brum (1994), Kotler(1998) e Ottoni (1995), pode-se relacionar algumas atividades inerentes a cada um deles, conforme apresenta-se.
O marketing interno difere do marketing de relacionamento por apresentar as seguintes atividades:
a)    a comunicação interna, importante meio para fortalecer o relacionamento funcionário/organização;
b)   o recrutamento e seleção, ou seja, selecionar pessoas certas para funções específicas na organização;
c)    a aplicação ou criação de programas de motivação e valorização do funcionário, isto é, delegação de poderes, premiações, participações;
d)   o treinamento sob o ponto de vista do desenvolvimento e educação, ou seja, os funcionários saberão o que fazer, como devem fazer, por que e para quem estão fazendo o seu trabalho;
e)    a aplicação de planos de carreira, isto é, geração de perspectivas de crescimento profissional.
Já o marketing de relacionamento apresenta as seguintes atividades:
a)                       a utilização de Bancos de Dados, CRM (Costumer Relationship Management);
b)                      a prestação de serviços a clientes externos, a aquisição de novos mercados;
c)                       a construção de rede de marketing, definido por Kotler (1998) como um complexo formado pela organização, seus funcionários, consumidores, usuários, fornecedores, entre outros;

Porém, apesar de se constatar certas divergências, tanto o marketing de relacionamento quanto o endomarketing têm pontos em comuns: são filosofias de gerenciamento cujo objetivo é atrair e reter clientes, criando e mantendo bons relacionamentos com eles, com a finalidade de aumentar a qualidade dos produtos e serviços gerados, visando sua satisfação. Ambos apresentam como principais atividades a pesquisa e a segmentação de mercado de clientes que causam mudanças efetivas na estrutura e na base da organização. É importante salientar, também, que os dois tipos de marketing ressaltam o tratamento individualizado, aproximando assim, o cliente/funcionário da unidade de informação/empresa. E, para que esta aproximação ocorra, é preciso que as organizações analisem características específicas de cada usuário como, por exemplo: aptidões, crenças, gostos, perfis, habilidades, entre outros.


Até a próxima semana,


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Marketing de relacionamento TCC

Saudações Biblioteconômicas!!

Cá estou eu novamente para postar a continuação do meu TCC sobre Marketing.
Espero que gostem.

1 introdução


Vivencia-se uma fase em que a tecnologia e a competitividade são muito estimuladas pela sociedade. Diariamente, a Ciência apresenta novidades e avanços que, em muitas vezes, não são assimilados seja pela inovação, seja pela invenção de produtos e serviços que superam os anteriores, ainda nem bem consolidados. É neste contexto de mudanças que as unidades de informação estão inseridas.
As novidades tecnológicas trouxeram novas ferramentas para os centros de informação, melhorando o trabalho dos bibliotecários e facilitando a vida dos usuários, gerando-lhes mais autonomia. Desta forma, os usuários têm acesso às informações de que necessitam sem depender exclusivamente do auxílio bibliotecário.


A evolução tecnológica permite que os usuários interessados em obter informações utilizem meios eletrônicos de acesso direto a essas informações sem a interferência da unidade de informação ou a interferência de um bibliotecário. (AMARAL, 1998, p. 33)


Por isto, o profissional da informação deve estar atento às novidades tecnológicas. É desta forma que ele pode prestar um serviço eficiente e de qualidade, através da constante atualização e da busca pela previsão de prováveis demandas e necessidades de informação de seus usuários, frente às freqüentes mudanças e à concorrência representada, especialmente nos dias de hoje, pelo advento da Internet.
Para vencer a competitividade e o avanço tecnológico, as unidades de informação precisam utilizar ferramentas e novas áreas do conhecimento, que as auxiliem no acompanhamento dessas novas tecnologias. Uma destas áreas, que permite uma prestação de serviços com maior qualidade, éo marketing, em específico, o marketing de relacionamento.
O marketing, em um sentido amplo, está interligado à tecnologia e suas evoluções, modificando-se e alterando-se conforme estas surgem. A união entre o marketing e a tecnologia precisa ser favorável para que resulte em novas idéias e meios para atender às necessidades do cliente ou usuário. McKenna (1992) ressalta esta importância ao dizer que, o casamento entre o marketing e a tecnologia deve ser o meio que trará o cliente para dentro da empresa e, fará com que o marketing esteja no centro da mesma.
É importante salientar que o marketing deve acompanhar os avanços tecnológicos para não se tornar obsoleto, pois de nada adiantará possuir um plano de marketing bem estruturado se o mesmo não tiver, em sua base, o espaço necessário para modificações e adaptações referentes às novidades geradas pela tecnologia. McKenna (1992, p. 10), novamente, ilustra muito bem esta informação:


Em um mundo de produção de massa, a contrapartida era o marketing de massa. Em um mundo de produção flexível, a contrapartida é o marketing flexível. A tecnologia vem primeiro, a capacidade de comercializar vem depois. A tecnologia envolve capacidade de adaptação, programação e customização; em seguida, vem o marketing, que faz essas qualidades chegarem aos clientes.


Sabe-se que, em tempos de grandes transformações e novidades, se faz necessário tornar o marketing parte integrante das atividades cotidianas das organizações e das unidades de informação, estendendo-o a todos que trabalham nelas, partindo dos funcionários de mais baixo escalão até a mais alta administração. Assim, o marketing será ferramenta fundamental para que os serviços prestados por todos da organização sejam eficazes e qualificados.
Como a unidades de informação não tem razão de existir sem a presença do usuário, e o profissional da informação depende necessariamente dele para exercer o seu papel de facilitador e disseminador da informação, é preciso fazer do marketing a filosofia adotada de trabalho para integrar o cliente ou usuário à geração do produto, e criar um contínuo processo de interações que solidificará as relações estabelecidas. Este fato é comprovado pelas palavras de McKenna (1992, p. 7): “A tarefa final do marketing é servir às verdadeiras necessidades do cliente e comunicar a substância da empresa”.
Sendo, então, o marketing uma ferramenta que permite aproximação e conquista do cliente, as unidades de informação têm, na sua adoção, um precioso auxiliar para desenvolver relacionamentos mais fortes e duráveis.


1.1 Justificativa


O tema escolhido justifica-se pela percepção da importância das novas formas de marketing – marketing interno e marketing de relacionamento – em unidades de informação, uma vez que estas ferramentas possibilitam gerar a excelência na prestação de serviços dos centros informacionais. Além disto, observou-se ser este um tema pouco explorado na literatura da área, o que representa um importante motivo para se estudar sobre o assunto, bem como uma forma de contribuir com uma maior exploração do tema, na área de Ciência da Informação.


1.2 Objetivos

O presente trabalho tem os seguintes objetivos geral e específicos.


1.2.1 Objetivo Geral


Mostrar que a utilização de novas formas de marketing, especificamente o marketing interno e o marketing de relacionamento, geram a aproximação e a fidelização do usuário em longo prazo.

    1. Objetivos Específicos


São objetivos específicos:
  1. levantar literatura específica sobre marketing interno e de relacionamento em geral e, em unidades de informação, especificamente de diferentes contextos;
  2. verificar o uso do marketing interno e de relacionamento em duas unidades de informação;
  3. estabelecer se estas formas de marketing tem influência uma sobre a outra;
  4. avaliar se a adoção destas novas formas de marketing geram aproximação e fidelização do usuário.
Buscando cumprir com os objetivos propostos, passa-se a dissertar sobre os principais temas que envolvem o assunto escolhido: marketing, com foco em marketing de relacionamento e sua inserção na área da Ciência da Informação, mais especificamente, através da implementação em unidades de informação.



Por hoje era isso.
Até semana que vem!


quarta-feira, 14 de junho de 2017

As Novas Formas de Marketing e as Unidades de Informação: uma convivência necessária

Saudações Biblioteconômicas!!

Após muito tempo, quase um ano, cá estou eu postando, aos pouco, meu Trabalho de Conclusão de Curso. Espero que gostem.
Sintam-se à vontade para comentar.






Michele Irigaray 





As Novas Formas de Marketing e as Unidades de Informação:


uma convivência necessária





Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de bacharel em Biblioteconomia pela Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.





Orientadora: Profª. Drª. Helen B. Frota Rozados



PORTO ALEGRE, 2006



UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL


FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO


Rua: Ramiro Barcelos, 2705


CEP: 90035-007


Tel.: (51) 3316 5146


Fax.: (51) 3316 5435







Catalogação na Publicação



  I68n Pedreira, Michele Irigaray
As novas fo                   As novas forrmas de marketing e as unidades de informação : uma convivência necessária / Michele Irigaray . -- 2006.
  106f.

Trabalho de conclusão e aprovação do curso de Biblioteconomia da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação orientado por Helen Beatriz Frota Rozados.Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
1.Marketing. 2.Marketing de relacionamento.
3. Marketing interno. 4. Unidades de informação.
  I. Helen Beatriz Frota Rozados. II. Título .
CDD : 658.8


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL


Reitor: José Carlos Ferraz Hennemann


Vice-Reitor: Pedro Cezar Dutra Fonseca


FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO


Diretor: Dr. Valdir José Morigi


Vice-Diretor: Ricardo Schneiders da Silva


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO


Chefe: Dra. Iara Conceição Bitencourt Neves


Chefe-Substituta: Ms. Jussara Pereira Santos


COMISSÃO DE GRADUAÇÃO DA BIBLIOTECONOMIA


Coordenadora: Dra. Maria do Rocio Fontoura Teixeira


Coordenadora Substituta: MS. Neiva Helena Ely


UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL



FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO


DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO


Curso de Biblioteconomia




A Comissão Examinadora, abaixo-assinada, aprova o Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “As Novas Formas de Marketing e as Unidades de Informação: uma convivência necessária” elaborada por Michele Irigaray Moisés Pedreira, como requisito parcial para obtenção do Grau de Bacharel em Biblioteconomia.


Comissão Examinadora:

Profa. Dra. Helen Beatriz Frota Rozados (orientadora)
Profa. Dra. Maria do Rocio Teixeira
Bibliotecário Ulrich Kaup






DEDICATÓRIA



Dedico este trabalho à pessoa mais importante e especial em minha vida: meu filho Lucius, razão pela qual me fez seguir adiante e não desistir de trilhar este longo e importante caminho.




AGRADECIMETOS





Em especial, à minha professora, orientadora e amiga Dra. Helen Beatriz Frota Rozados, pela ajuda, atenção, apoio, carinho e por acreditar em meu trabalho.


À minha tia e à minha avó, que me apoiaram, ajudaram, incentivaram e ouviram incontáveis vezes informações sobre Marketing.











Marketing

Aumentando o conhecimento

Respeitando os interesses e opiniões dos usuários

             MARKETING

                     Eficácia e eficiência, conduzindo à efetividade,

                    Toda a equipe engajada no processo de

                     Inovação e as

                     Necessidades de informação atendidas para

                    Garantir o futuro da unidade de informação


Sueli Angélica do Amaral




Resumo




Aborda o marketing de relacionamento e o interno, comenta aspectos relativos à comunicação interna voltados às unidades de informação. Tem como objetivo principal mostrar que a utilização do marketing interno e de marketing de relacionamento geram a aproximação e a fidelização do usuário em longo prazo. Adota a metodologia com abordagem qualitativa e o método de estudo de casos múltiplos para o levantamento e o tratamento dos dados. Utiliza a entrevista estruturada como instrumento de coleta dos dados. A pesquisa de campo ocorre em duas unidades de informação, uma de caráter público, pertencente à instituição de cunho privado e outra universitária, especializada, vinculada à organização pública. Conclui que a utilização do marketing interno e do marketing de relacionamento geram a aproximação e a fidelização do usuário em longo prazo. Recomenda que seja aprofundada a pesquisa e que sejam desenvolvidas outras na mesma área. Sugere a criação e a utilização de bancos de dados de clientes/usuários. Recomenda que o perfil do bibliotecário seja dinâmico, comunicativo, agente de mudanças criativo e dialético.



Palavras-Chave: Marketing. Marketing de relacionamento. Marketing interno. Comunicação interna. Unidades de informação. Qualidade total. Cliente/usuário. Profissional da informação.

Abstract


This study approaches the relationship marketing and the internal marketing, comments about aspects of internal communicationin units of information. mainly it should be pointed out that the use of the internal marketing and the relationship marketing generate the approximation to and the fidelization of  the client/user in the long run.  It adopts the  methodology of qulitative discussion and the method of study of multiple cases in regard of capturing and processing of the data. It uses the structured interview as instrument of collection  of the data. The field research takes place in two  units of information, one of public  character belonging to a private institution and the other a university, specialized, linked to a public organization. It concluded that the use of internal marketing and relationship marketing generate the approximation to and the fidelization of the client/user in the long run. It recommends that the research is deepened and that other are developed in the same area. It suggests the  creation and use of users databases. It recommends that the librarian´s profile is dynamic, communicative, a creative agent of changes and dialectic.

Key-Words: Marketing. Relationship marketing. Internal marketing. Internal communication. Units of information. Total quality. Customer/ user. Professional of the information.



lista de figuras



FIGURA 1 – Sentido da informação 23




SUMÁRIO


1 introdução 12
1.1 Justificativa 14
1.2 Objetivos 14
1.2.1 Objetivo geral 14
1.2.2 Objetivos específicos 15
2 contextualização teórica 16
2.1 Marketing 17
2.2 Endomarketing 21
2.3 Marketing de relacionamento 25
2.4 Marketing em Unidades de Informação 29
2.4.1 Pesquisa de mercado e estudos de usuário 33
2.4.2 Consumidores, clientes ou usuários? 38
2.5 Comunicação e informação: essenciais no marketing
de relacionamento 42
2.6 Qualidade: característica que não pode faltar no
marketing de relacionamento 47
2.7 Importância da fidelização/retenção de clientes 50
2.8 Tecnologias e o uso de Banco de Dados 52
2.9 Marketing de relacionamento e bibliotecário: uma
parceria de sucesso 55
3 metodologia 58
3.1 Estudo de Caso 58
3.2 Instrumentos da Pesquisa 60
3.3 Sujeitos da Pesquisa 61
3.3.1 Biblioteca do Instituto Goethe de Porto Alegre 61
3.3.2 Biblioteca da Escola de Engenharia Elyseu Paglioli 63
3.4 Coleta de Dados 65
4 ANÁLISE dos dados 66
4.1 Análise da observação e da documentação 66
4.2 Análise e interpretação das entrevistas 81
5. CONCLUSÕES 92
6 recomendações 96
Referências 100
anexo a – Sugestão da Biblioteca do Goethe Institut 104

anexob – Sugestões da Biblioteca Elyseu Paglioli 106


Até a próxima quarta-feira!