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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Errar é humano, perdoar é canino - Livro

Saudações Biblioteconômicas!!

Sinto muito por não ter postado no sábado passado, mas infelizmente não estava bem de saúde. A depressão chegou forte dessa vez e eu achei que ia passar para o outro lado, mas não foi dessa vez...
E, já que estou há algum tempo lendo e estudando assuntos espíritas, achei interessante colocar aqui um resumo de um livro que acabei de ler.
Na semana que vem terá assuntos mais voltados à Biblioteconomia. E espero estar melhor também :)


BENEDETT, Marcel . Errar é humano... perdoar é canino. 6.ed. São Paulo: Mundo Maior, 2012.

A obra aborda aspectos interessantes a respeito do processo de mudança de espécies , histórias de 

amizade e fidelidade aos donos. O que acontece com os animais que estão prestes a nascer e são

surpreendidos como um aborto e situações que impedem seu

nascimento. A percepção para situações de perigo e ainda uma

interessante discussão sobre os animais serem irracionais ou

racionais.

"A reencarnação pode favorecer o reencontro afetivo entre 

aninais e homens para continuarem juntos o aprendizado de 

amor".


                          Ivânia Prada, A questão espiritual dos animais



Um grande abraço a todos vocês e até a semana que vem.


sábado, 13 de abril de 2019

Sábado é dia de Biblioteconomia e Informação

Saudações Biblioteconômicas!!!

Fiz este cartaz para ajudar na divulgação do Blog :)


Espero que gostem :)
Até mais!



Bibliotecários - Sétimo Guardião

Saudações Biblioteconômicas!!!

Depois de um ano afastada cá estou eu novamente, escrevendo no Blog :)
Não sei se eu já disse aqui, mas eu demoro para escrever, mas não deixo de postar informações. Porém, tenho total ciência de que ficará melhor para todo mundo se eu postar com mais frequência :)
Farei um esforço maior para que isso dê certo.
Vocês também poderiam ajudar enviando sugestões de assuntos para debatermos aqui no Blog.

Bem, apesar de fazer um bom tempo que essa informação foi divulgada pelo Conselho Federal de Biblioteconomia, só agora estou postando aqui no Blog.
Confesso que achei muito interessante  e louvável a atitude do Conselho, de esclarecer às pessoas quem é o profissional Bibliotecário, porque vamos concordar que é uma palhaçada as pessoas até hoje ficarem com aquela pergunta besta:


Definitivamente, isto já passou da conta e deixa o Bibliotecário enfadado.
Vou então postar aqui o texto enviado pelo presidente do CFB.





Apoio totalmente essa atitude e acho que vou pensar em algum tipo de campanha ou algo do gênero para ajudar nessa causa, de espalharmos mais informações sobre o Profissional Bibliotecário e desmistificar essa visão errada, deturpada e equivocada de quem nós somos e o que fazemos.
Se acaso vocês tiverem ideias e sugestões para enviarem saibam que todas serão bem vindas.
Vamos nos unir, divulgar e tornar nossa profissão mais conhecida!
Bem, por hoje era isso. Até semana que vem.
Abraço a todos!


terça-feira, 15 de abril de 2014

BIBLIOTECÁRIO DETETIVE (SOFRE)

Saudações Biblioteconômicas!!

Após quase um mês afastada, volto para relatar os seguintes casos:

Ontem eu e a estagiária procurávamos por dois livros que estavam “realmente” difíceis de achar.
Quando procurei na “Base de Dados Perfeita” da nossa biblioteca o livro S.A. Técnicas de elaboração de estatutos, de NEPOMUCENO, F. O resultado foi o seguinte:

Técnicas de elaboração de estudos
47.725(060.13)
N441t

Esta classificação foi feita pela bibliotecária anterior e, apesar de eu estar reorganizando toda a biblioteca, pois ninguém, nem mesmo eu conseguia encontrar algum livro ali, estranhei o fato do número ser 47. 725, pois tirando a parte do direito, eu não lembrava de nenhum assunto que começasse por 47. Tentei analisar o título, para ver se encontrava alguma pista. Afinal, “Técnicas de elaboração de estudos” me fazia pensar que o livro estaria na Metodologia Científica, apesar de eu estranhar o fato do autor NEPOMUCENO escrever sobre esse assunto.
Fomos eu e a estagiária ao assunto e, para nosso desânimo não havia nenhum livro com aquelas informações. Voltamos à estaca zero...
Só depois de procurar muito é que me ocorreu a ideia que, de repente, o número não era aquele. Sei que 347.725 significa sociedades anônimas e aquele era o único número semelhante ao que havia na base. E não foi que achamos o livro? Alguém na hora de digitar os dados esqueceu de colocar o 3 na frente e, como se isso já não bastasse a pessoa não digitou S.A. na frente da palavra Técnicas e trocou a palavra ESTATUTOS por ESTUDOS. Assim, qualquer um acha o livro fácil não é? Muito fácil.
A segunda situação foi o “livro” Perícia contábil com enfoque em falência ou concordata, de Cristiane Pereira, com a classificação:
657.6
P434c
Procuramos o dito livro como loucas e simplesmente não encontramos! Aquilo estava ficando ridículo, Bibliotecárias não encontrarem os livros de sua própria Biblioteca? Era o cúmulo. Foi então que a estagiária teve a ideia de procurar o livro nas monografias, pois o tipo de título não encaixava muito bem com um livro.
Pois bem, começamos a procurar nas monografias, teses e dissertações e não é que encontramos a obra?
Quando a pessoa classificou a monografia, poderia ter posto ao menos um M na frente da CDU para indicar na base onde é que as pessoas encontrariam a tal perícia contábil, mas não, classificou como se fosse um livro comum e ainda por cima errou o Cutter. Me digam no título onde é que tem uma palavra que começa com C, se o título é Perícia contábil? Felizmente achamos o que procurávamos, mas na base da dedução.
E hoje, para ilustrar o meu dia, a coordenadora da comissão de estudos me pede o seguinte livro: Manual do terceiro setor. Certo, sem problemas. Como eu não estou na minha sala para procurar na base, pois estou cobrindo o posto de alguém que não o meu,  minha busca se torna complicada, mas uma Bibliotecária não desiste nunca, então me dirigi o lugar do Terceiro setor. Olhando título por título não haveria como não encontrar o livro. E realmente não foi difícil encontrar o livro com as seguintes informações: OLIVEIRA, Aristeu de, ROMÃO, Valdo. Manual do terceiro setor e instituições religiosas: trabalhista, previdenciária, contábil e fiscal. 3.ed. Etc, etc..
Achei estranho a comissão pedir este livro, apesar de ser a comissão do terceiro setor, mas aquele manual não tinha nada a ver. Como sou teimosa, fui rápido até minha sala e abri a base de dados antes que chegasse alguém no andar de baixo (onde eu cobria o horário do outro funcionário). Ao realizar a busca confirmei que realmente havia apenas 2 livros com esse título e, casualmente eram os mesmos apenas com edições diferentes. Mesmo achando estranha a solicitação, levei o livro até a comissão.
Chegando lá, o pessoal disse que aquele não era o livro e eu estranhei pois só tinha 2 livros com aquele título!
Então eles passaram a seguinte informação: “é um livro fininho, verdinho feito pela comissão”. Busquei as informações comparando com os livros da estante e concluí que as informações não estavam 100%.
Voltei à estante e comecei a olhar um por um os livros. Foi então que eu localizei 3 livros verdes fininhos. Peguei um exemplar e o título era: Terceiro setor: guia de orientação para o profissional da contabilidade. Apesar da comissão pertencer à entidade que editou o livro aquilo não tinha nada a ver com Manual do terceiro setor (concordam?).Em busca de mais informações abri o livro e, atrás da folha de rosto, havia a informação: Autores: comissão de estudos do terceiro setor... Isso sem falar que o livro não tinha ficha catalográfica... mas isso é outra história.
Agora me digam só: como é que se pode encontrar a informação se as criaturas dizem tudo errado? Manual do terceiro setor não é e nunca vai ser igual a terceiro setor!
Somos profissionais da informação e não adivinhos para encontrar o livro verdinho, fininho...
E pior ainda, não temos de deduzir que um colega nosso quis dizer uma coisa e classificou em outra ou que, por falta de atenção, colocou a CDU e o Cutter errados. Como podemos encontrar a informação se os dados que nos transmitem são falhos e vagos?
Só sendo detetive mesmo para chegar ao final da busca com resultados positivos...

E ainda perguntam se é preciso 4 anos de faculdade para ser Bibliotecário... faça-me o favor...

Até a próxima!


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Tirinhas engraçadas, mas nem tanto

    Saudações biblioteconômicas!

    Como estão? Eu estou com saudades, pois faz muito tempo que eu não passo por aqui. Espero que não tenham pensado que eu abandonei o blog.
    Mas o que importa é que estou de volta.
    Houve um texto que eu escrevi em março sobre o salário do bibliotecário e disse que o salário não era alto assim, porque a realidade era outra. Pessoas comentaram (adorei os comentários) que era preciso valorizar a profissão e "bater o pé" sobre o salário oferecido que não condiz com o tempo e dedicação que passamos na faculdade. Eu simplesmente adorei isso se isso realmente acontecesse.      
    Porque o trabalho na área não está 100% e os profissionais se sujeitam a receber o que oferecem.
   Pensando na parte da valorização profissional, confesso que sei da importância que temos na sociedade, do trabalho que auxilia quem está a buscar uma informação, mas me digam... como valorizar a profissão quando eu encontro na internet tirinhas dessa natureza?
 
 




 
 
  O bibliotecário é ilustrado como um chato, que não suporta o usuários, que faz terrorismo, assustando o usuário e que não tem nenhuma noção de que cada usuário tem um jeito diferente de ser tratado.
   Fala sério... esse tipo de coisa não deveria de acontecer, porque NÓS não deveríamos permitir, mas aí está. Fica difícil falar em valorização, quando a nossa imagem é transmitida como profissionais chatos, carrancudos e sem noção para tratar os outros.
  Aí sim, não há valorização que aguente.
 
  Fico por aqui, até a quarta que vem,
 
Abraços,
 
 
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Informações

   Saudações Biblioteconômicas!!

Passei por aqui para repassar as informações que recebi por e-mail do CRB 10. Espero que gostem.

Assunto:  CRB10 recebe Deputado Federal José Stedile para discutir PL 6038/2013
De:  "CRB10" <crb10@crb10.org.br>
Data:  Sex, Agosto 16, 2013 3:31 pm
Para:  crb10@yahoogrupos.com.br
Prioridade:  Normal
Opções:  Ver cabeçalho completo |  Ver Versão para Impressão
 

 
A gestão do CRB10 2012/2014, recebeu ontem, dia 15 de agosto, a visita do Deputado Federal Jose Stedile, que prontamente atendeu ao convite para uma reunião sobre o PL 6038/2013, que regulamenta a profissão dos Técnicos em Biblioteconomia.

Apresentamos sugestões que possam eliminar eventuais dúvidas de interpretação dos gestores públicos (acrescentar o respeito à Lei 4084/62, trabalho do técnico supervisionado pelo Bibliotecário, etc.). Para garantir a fiscalização da lei, proposta pelo deputado, também foi sugerido que o Sistema CFB/CRB cadastre os técnicos e passe a ser o responsável pela fiscalização acerca do cumprimento da lei que regulamenta os técnicos. A gestão solicitou ainda um encontro com o CFB, para que as discussões sejam aprofundadas, inclusive para que o CFB faça suas considerações. Agradecemos a visita do deputado e sua disposição em dialogar acerca das reivindicações.

Os conselheiros salientaram a importância do vínculo com o órgão de classe visto ser este o responsável pela fiscalização. Além disso, destacaram a valorização profissional, a mobilização política da classe e o ganho para a sociedade.
.

http://crb10.blogspot.com.br/2013/08/12a-edicao-da-feira-de-troca-de-livros.html

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

12a edição da Feira de Troca de Livros de Porto Alegre

A Prefeitura Municipal de Porto Alegre tem a satisfação de convidar a(s) biblioteca(s) dessa instituição e/ou secretaria para participar e apoiar, como co-realizadora(s), da 12a edição da Feira de Troca de Livros de Porto Alegre, que tem como objetivo disponibilizar o acervo de livros duplicados ou excedentes nas bibliotecas para troca junto à população da nossa cidade.

O evento será realizado pela Secretaria Municipal da Cultura, através da Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, no dia 29 de setembro de 2013 (domingo), no Parque Farroupilha, junto a Rótula da Av. Setembrina. Pretendemos atingir o sucesso das edições anteriores, divulgando suas instituições e seus acervos nesta grande parceria.


PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE


SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA


COORDENAÇÃO DO LIVRO E LITERATURA


BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL JOSUÉ GUIMARÃES




A Prefeitura Municipal de Porto Alegre tem a satisfação de convidar a(s) biblioteca(s) dessa instituição e/ou secretaria para participar e apoiar, como co-realizadora(s), da 12a edição da Feira de Troca de Livros de Porto Alegre, que tem como objetivo disponibilizar o acervo de livros duplicados ou excedentes nas bibliotecas para troca junto à população da nossa cidade.

O evento será realizado pela Secretaria Municipal da Cultura, através da Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, no dia 29 de setembro de 2013 (domingo), no Parque Farroupilha, junto a Rótula da Av. Setembrina. Pretendemos atingir o sucesso das edições anteriores, divulgando suas instituições e seus acervos nesta grande parceria.

A Feira de Troca de Livros de Porto Alegre surgiu com intenção de divulgar as bibliotecas existentes, bem como oferecer à população uma das melhores e mais democráticas formas de dar aproveitamento aos livros usados ou excedentes, possibilitando a difusão e a multiplicidade de leitura entre os cidadãos.

Com a certeza de contarmos com a participação dessa biblioteca, esperamos seu contato, conforme ficha de inscrição e regulamento anexo.


Atenciosamente,


Márcio Lontra Roque Jacob

Coordenador do Livro e Literatura. Secretário Municipal da Cultura.


Inscrições: De 19 à 30 de agosto pelo e-mail:bibliot@smc.prefpoa.com.br

Informações pelos telefones: 3289 8079 e 3289 8099.

FICHA DE INSCRIÇÃO

BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL JOSUÉ GUIMARÃES

XII FEIRA DE TROCA DE LIVROS DE PORTO ALEGRE

FICHA DE INSCRIÇÃO Nº _____



NOME COMPLETO DA INSTITUIÇÃO:

NOME DA BIBLIOTECA:

 
ENDEREÇO:

TELEFONE(s):

E-MAIL:

BIBLIOTECÁRIA RESPONSÁVEL E/OU SETOR RESPONSÁVEL PELA BIBLIOTECA:

ENVIAR PARA O E-MAIL : bibliot@smc.prefpoa.com.br

            

Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães

Coordenação de Livro e Literatura

XII Feira de Troca de Livros de Porto Alegre

Regulamento

1 - Para Participar

As bibliotecas interessadas em participar da XII Feira de Troca de Livros de Porto Alegre deverão preencher a ficha de inscrição, e remetê-la via e-mail à Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre até a última data estabelecida. E-mail: bibliot@smc.prefpoa.com.br .


2 . Período de Inscrições

De 19 à 30 de agosto.

3 - Estrutura da Feira

A feira será realizada sob uma cobertura de lona, com espaço individual pré-determinado pela coordenação do evento. Cada biblioteca participante terá disponível o seu stand, constituído de duas mesas e duas cadeiras em pvc branco. O local deverá ser identificado com nome e logotipo, através de banner confeccionado por cada biblioteca participante.


4- Recursos Necessários

Os participantes da XI Feira de Troca de Livros de Porto Alegre deverão disponibilizar:

4.1 - 100 a 150 livros para expor e trocar por outros títulos.

4.2 - Pessoal encarregado pelo acervo e pelas trocas de livros durante o período da Feira;

4.3 - 01 banner com nome e logomarca do participante. (c/ suporte ou fixação na mesa)

4.4 - Fica a critério de cada participante a opção de trazer expositores e/ou mais mesas para compor o seu espaço para trocas, desde que não exceda a sua área de 2x2m.

5 . Funcionamento da Feira

5.2 - Horário: das 10h às 17h. Os participantes deverão cumprir rigorosamente o horário. Chegar até às 9h para organizar o material no stand de lona;

5.3. Local: Parque Farroupilha, junto à Rótula da Av. Setembrina;

5.4. Disposição do acervo para as trocas: os livros deverão ficar expostos em cima da mesa e/ou em expositor para serem trocados. Os participantes realizarão suas trocas por outros livros se for conveniente e ficam desobrigados a trocar o livro que já possuírem no seu acervo;

5.5. É de responsabilidade de cada participante o transporte dos acervos;

5.6. A segurança do acervo e material existente no stand, durante o evento, é de inteira responsabilidade do participante.

6 - Formas de escambo

6.1. O público poderá realizar suas trocas, de um livro por outro livro, havendo acordo entre as partes (biblioteca e público).

6.2. Fica a critério de cada participante (biblioteca) realizar as trocas compensatórias, ou seja,1 livro por 2, ou 2 por 3, conforme o interesse das partes.

6.3. O público poderá fazer trocas entre si.

6.4. É proibida a comercialização de quaisquer espécies de publicação.

7. Casos omissos

Situações não previstas neste Regulamento deverão ser encaminhadas à coordenação do evento e resolvidas em acordo com as partes envolvidas.

Realização

PMPA/SMC

Coordenação:

Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães



http://arb.org.br/2013/08/ciclo-de-formacao-continuada-conservacao-de-material-bibliografico/

Ciclo de Formação Continuada – Conservação de material bibliográfico


ciclo-oficina-conservacao-2013
A ARB lança a segunda atividade do Ciclo de Formação Continuada: a oficina “Conservação de material bibliográfico”.
Dias: 30 e 31/08/2013 (sexta-feira e sábado)
Carga horária: 12 horas/aula
Horário: sexta das 18:30 às 22:00; sábado das 08:30 às 12:00 e das 13:30 às 17:00
Certificado: será emitido para os inscritos que tiverem no mínimo 75% de presença
Vagas: 15

Inscrições

Preencha o formulário de inscrição on-line, efetue o pagamento e envie o comprovante para inscrever-se.
Prazo: 26/08/2013 ou enquanto houverem vagas.
Acompanhe a atualização das vagas nesta página.

Local

Auditório do 1º andar
IFRS – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
Rua Cel. Vicente, 281
Centro, Porto Alegre, RS

Investimento

CategoriaBibliotecárioTécnicoEstudante
(graduação ou técnico)
SócioR$ 80,00R$ 65,00R$ 50,00
Não sócioR$ 105,00R$ 80,00R$ 65,00
Caso você não faça parte de nenhuma das categorias: R$ 130,00.
Formas de pagamento
O pagamento deve ser feito até o dia 26/08/2013 na seguinte conta corrente:
Caixa Econômica Federal
Ag: 0451
C/C: 1004-6
Op: 003 – Pessoa Jurídica
Associação Rio-Grandense de Bibliotecários
CNPJ 87.945.754/0001-00
O comprovante deve ser enviado por e-mail para arb@arb.org.br para garantir a vaga.
Novos sócios, ou sócios que não estão em dia, podem realizar o pagamento da anuidade até o dia 25/08/2013 para obter o desconto no curso. Saiba como associar-se.
Em caso de ausência não haverá ressarcimento do valor da inscrição.

Conteúdo programático

  • Agentes agressores
  • Medidas de conservação preventiva
  • Higienização
  • Consertos de rasgos
  • Enxerto
  • Acondicionamento

Instrutora

Maria Lúcia Ricardo Souto – Bacharel em História e Pós-Graduada em Educação e Patrimônio Histórico-Cultural. Especialista em Preservação, Conservação e Restauração de Documentação Gráfica pela Associação Brasileira de Encadernação e Restauro. Realizou trabalhos para Gerdau, Biblioteca Pública do Estado, DMAE, IRGA, Arquivo Histórico de Porto Alegre, entre outros. Foi professora substituta na UFRGS na disciplina de Fundamentos da Preservação de Documentos da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (FABICO). Atualmente trabalha no Arquivo Público do Estado (APERS) como conservadora-restauradora e é professora substituta no Instituto Federal do Rio Grande do Sul na disciplina de Preservação e Conservação de Acervos Bibliográficos II..

Realização

ARB

Apoio

IFRS


          Bem colegas, por hoje é isso. Um grande abraço e até a próxima!

 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Saudações Biblioteconômicas!!

Sinceramente, não dá para acreditar. Estava eu navegando pela internet quando me deparei com este texto do ano passado, que apesar de ser de 2012 é bem pertinente. Novamente fiquei irritada com a percepção que o “escritor” tem dos bibliotecários. Me questiono também sobre o conhecimento que ele tem da Biblioteconomia para pensar em dizer alguma coisa. Isto aqui está parecendo mais com aquele texto infame que eu postei que literalmente avacalhava com os bibliotecários, a tal da Desciclopédia.
Olhem o primeiro absurdo, o cara diz que a bibliotecária o atende com “aquela suave descortesia típica dessa classe profissional, como se o visitante fosse um intruso a ser tolerado, mas não absolvido. Eu sei que as bibliotecárias, entre suas muitas funções hoje em dia, sentem-se na obrigação de ocultar os volumes mais raros de suas respectivas bibliotecas. Bibliotecas mais escondem do que mostram. Há depósitos ou estantes secretas vedadas aos visitantes. São as melhores – e, graças às bibliotecárias, você jamais chegará a elas.”
Me pergunto: de onde ele tirou que a descortesia é típica de nossa classe, como se isso fosse uma marca registrada? Se o usuário fosse um intruso, então não teria motivo da biblioteca existir! Afinal, as bibliotecas estão ligadas aos usuários e à informação, elas não foram criadas para serem a segunda casa dos bibliotecários.
Olhem outra ignomínia, nós estamos em um período de muita tecnologia, de inovações, de utilizar a internet a nosso favor, agora me ajudem a entender o que ele quis dizer que as bibliotecárias, hoje em dia, sentem-se na obrigação de ocultar os volumes mais raros! É óbvio que uma obra rara tem que ter todo um tratamento especial. Bibliotecário nenhum, em sã consciência, vai deixar uma obra rara atirada em qualquer canto da biblioteca ao alcance do usuário, sem antes haver um cuidado especial para manusear o documento. Com ele falando desse jeito, parece que estamos na época do filme O nome da rosa.
“Virei as costas, imaginando o alívio da funcionária em me ver ir embora. Agora ela podia regressar a sua preguiçosa solidão.”
E essa asneira agora? Que eu saiba, bibliotecário que se preza, não sente alívio porque o usuário foi embora, pelo contrário, fica sempre pensando se não poderia tê-lo atendido melhor de outra forma. E regressar a sua preguiçosa solidão? Faça-me o favor, se ele conhecesse ao menos o mínimo do nosso trabalho, sentiria vergonha de escrever aquilo. Sempre há trabalho a fazer em uma biblioteca, sempre há alguma coisa que podemos fazer para melhorar na qualidade e no atendimento ao público e esse Sem Noção escreve essa besteira.
"E pensei: perto de uma lan house imunda como aquela, as poeirentas bibliotecas públicas lembram santuários abandonados. Não espanta que as prefeituras de quase todas as cidades do Brasil queiram fechá-las. Daqui a pouco a venerável Biblioteca Nacional vai migrar inteira para o mundo on line, e proibir a entrada de leitores de livros em papel, os antigos livros reais. Será vetado o ingresso no recinto de leitores em carne e osso, gente atrasada que vive em busca de livros de papel. Tudo estará apenas “disponibilizado” (que verbo ridículo) (ridículo é esse texto) pelas bases de dados via internet."
E ele continua em sua linha de raciocínio sem noção.
As bibliotecas não vão deixar de existir, pois sempre haverá usuários que gostem do acervo em forma física. E, mesmo que a Biblioteca vá para o mundo on line, ninguém vai ser barrado. O trabalho do bibliotecário “preguiçoso” continuará e, ouso dizer que, talvez duplique ou triplique, pois o profissional da informação precisa inserir a Biblioteca no mundo virtual, ou ele pensou que a biblioteca estaria on line por osmose?
E, mais uma vez: vetar o ingresso de leitores no recinto? Já disse antes e vou repetir, se for para mandar o usuário para longe então não tem fundamento existir bibliotecas e muito menos pessoas capacitadas para gerenciá-las.
"Sou obrigado a dar razão a esses baluartes do conhecimento que são os prefeitos de todas as cidades do Brasil. As bibliotecas não servem mais para nada nem a ninguém. Nem mesmo a mim, que sempre as amei. Ainda assim, toda vez que passo diante do prédio da biblioteca do meu bairro com a intenção de dizer adeus, não consigo."
É, tenho que concordar com ele nesse aspecto: biblioteca nenhuma vai servir para alguém como ele que, inteligentemente, generalizou os bibliotecários. Se eu vou a uma biblioteca e o bibliotecário não me atende bem, eu não vou gostar, mas não vou sair por aí dizendo que todo o bibliotecário atende mal, expulsa o usuário e é preguiçoso. Isto, no mínimo, é considerado falta de educação e profissionalismo.
Fico muito feliz que a Presidente Nêmora, também tenha se manisfestado. Como foi no ano passado esse assunto (ainda atual) não posso dizer a vocês se o Senhor Sabe Tudo deu algum tipo de resposta.
Agora me digam o que que o Luís Antônio Giron Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, que escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV (Foto: ÉPOCA), entende da nossa profissão? Não é porque ele “escreve” sobre os fatos da literatura que pode se achar no direito de escrever besteira e desfazer da profissão.
Olha, sinceramente, vai ser sem noção lá longe...
 
 
"ARTIGO" DO GIRON
http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html
Dê adeus às bibliotecas
Instituições como a Biblioteca Nacional podem desaparecer ou ser vetadas à consulta em carne e osso
LUÍS ANTÔNIO GIRON
 Luís Antônio Giron Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV (Foto: ÉPOCA)
Nostalgia é o oitavo pecado capital destes tempos. Você pode ser retrô e reciclar informações do passado com o glamour e a retina exata do presente. Ser nostálgico e sentir saudade é pecar. Por que sentir falta de um passado que era mais atrasado, mais ridículo e mais sujo do que o presente? Como sei que o presente é o futuro passado e que os brilhos atuais vão parecer foscos aos olhos judiciosos do amanhã, continuo a gostar da nostalgia. Recaio sempre nela, e sinto o olhar reprovador de quem está por perto e nota a infração. Para horror de minha mulher, guardo uma edição da Encyclopedia Britannica, edição de 1962. Pior, vivo consultando seus verbetes absoluta e encantadoramente desatualizados. Agora que a Britannica deixou de ser publicada em papel e migrou inteirinha para a internet, só me resta o prazer táctil de folhear a minha velha prensagem da obra. Não posso evitar ser um ser pré-internético, pré-google, pré-instagram e o diabo a quatro.
Em um desses meus acessos incuráveis de nostalgia, cometi o crime de visitar a biblioteca pública do meu bairro. Cheguei de mansinho, talvez pensando em reencontrar nas prateleiras os livros que mais me influenciaram e emocionaram. Topei com prateleiras de metal com volumes empoeirados à espera de um leitor que nunca mais apareceu. O lugar estava oco. A bibliotecária me atendeu com aquela suave descortesia típica dessa categoria profissional, como se o visitante fosse um intruso a ser tolerado, mas não absolvido. Eu sei que as bibliotecárias, entre suas muitas funções hoje em dia, sentem-se na obrigação de ocultar os volumes mais raros de suas respectivas bibliotecas. Bibliotecas mais escondem do que mostram. Há depósitos ou estantes secretas vedadas aos visitantes. São as melhores – e, graças às bibliotecárias, você jamais chegará a elas.
Na recepção daquela pequenina biblioteca municipal, eu me senti uma assombração do passado a importunar a ordem do agora.
 “Procuro uma coletânea de contos fantásticos de Aluísio Azevedo”, disse à senhora. “O senhor trouxe a referência?” Não. “Por que não consultou o catálogo pela internet?” Sei lá por quê, eu só queria parar por aqui e ler uns livros difíceis de encontrar e talvez levar emprestados... “Os empréstimos são limitados a quatro volumes e a devolução acontece em 15 dias”, ela metralhou, com os olhos pregados no monitor velho e encardido do computador. Por fim, depois de dar um pequeno passeio pelo interior da biblioteca, voltou para informar que não tinha o livro que eu buscava. Virei as costas, imaginando o alívio da funcionária em me ver ir embora. Agora ela podia regressar a sua preguiçosa solidão.
Em tempos idos, eu encontrava nas bibliotecas públicas um abrigo para meditar, planejar e fugir do mundo. Passeava pelas estantes como quem viajasse por outros planetas, tempos e realidades, memórias, histórias, uma lição de vida aqui, uma descoberta da crueldade humana ali, fantasias inúteis acolá. Devo às bibliotecas a minha formação. Fiz mestrado e doutorado passando tardes enfurnado na Mário de Andrade, no Arquivo do Estado e na Biblioteca Nacional. E sempre frequentei bibliotecas de bairro. Anos atrás, elas costumavam ser lotadas de leitores ávidos. Os usuários se interessavam por cultura, e não apenas como uma ferramenta para subir na vida e destruir os concorrentes. Havia oficinas e debates. Os livros de poesia e os romances não paravam nas prateleiras. Agora os ácaros, os carunchos e toda sorte de inseto venceram os leitores. Para não falar da umidade – que, recentemente, quase acabou com os periódicos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Saí da minha biblioteca do bairro e me dirigi a uma lan house próxima, repleta de meninos e adultos, absortos em pesquisar, mandar emails e jogar. Pela internet, encontrei O touro negro, de Aluísio Azevedo, disponível em arquivo digital no site do domíniopublico.br. Agora tudo quanto é livro pode ser encontrado em sites abertos, como archive.org, openlibrary.org e gutenberg.org. E pensei: perto de uma lan house imunda como aquela, as poeirentas bibliotecas públicas lembram santuários abandonados. Não espanta que as prefeituras de quase todas as cidades do Brasil queiram fechá-las. Daqui a pouco a venerável Biblioteca Nacional vai migrar inteira para o mundo on line, e proibir a entrada de leitores de livros em papel, os antigos livros reais. Será vetado o ingresso no recinto de leitores em carne e osso, gente atrasada que vive em busca de livros de papel. Tudo estará apenas “disponibilizado” (que verbo ridículo) pelas bases de dados via internet.
Sou obrigado a dar razão a esses baluartes do conhecimento que são os prefeitos de todas as cidades do Brasil. As bibliotecas não servem mais para nada nem a ninguém. Nem mesmo a mim, que sempre as amei. Ainda assim, toda vez que passo diante do prédio da biblioteca do meu bairro com a intenção de dizer adeus, não consigo.  

RESPOSTA DO CRB10
http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/resposta-do-conselho-federal-de-biblioteconomia-ao-artigo-de-adeus-bibliotecas.html
LUÍS ANTÔNIO GIRON - 24/05/2012 11h25 - Atualizado em 24/05/2012 11h27
Nota do Conselho Federal de Biblioteconomia ao artigo "Dê adeus às bibliotecas"
NÊMORA A. RODRIGUES, BIBLIOTECÁRIA, PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
O artigo do jornalista Luís Antônio Giron, publicado no site de ÉPOCA, sob o título “Dê adeus às bibliotecas”, retrata uma experiência vivenciada no âmbito da biblioteca pública de seu bairro e, a partir disso, generaliza e atinge negativamente a atuação dos bibliotecários no exercício de sua atividade. Cabe destacar, entretanto, que o Primeiro Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, proposto pelo Ministério da Cultura e executado pela Fundação Getúlio Vargas, apontou que no âmbito das 4.905 Bibliotecas Públicas pesquisadas há somente 75 bibliotecários atuando. Conclui-se, então, que a maioria dos usuários são atendidos por pessoal não habilitado e não por bibliotecários devidamente graduados. A responsabilidade da gestão dessas bibliotecas é do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, vinculado à Fundação Biblioteca Nacional (FBN).
E o Sistema CFB/CRB, ciente dessa realidade, enfatiza permanentemente a necessidade do investimento em pessoal qualificado para suprir tais lacunas, ante a premissa de que apenas acervos, espaço físico e equipamentos não atendem às necessidades de cidadãos brasileiros que merecem ter sua cidadania assegurada por meio de bons serviços públicos em todas as áreas. Ante o exposto, lamenta-se que o jornalista tenha atingido um profissional imprescindível para trabalhar com a informação e, dessa forma, contribuir para o desenvolvimento do país nos mais diversos segmentos sociais em que o bibliotecário atua. Afinal, toda a generalização corre o risco de afundar no abismo do descrédito e da intolerância. Assim como se espera que o jornalismo seja exercido baseado no compromisso com a verdade dos fatos, independente do ponto de vista pessoal e pontual, mas a partir da análise do todo o conjunto que compõe o cenário.
 
     Depois dessa, só me despedindo. Até a próxima semana,
 
 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Biblioteconimia UCS

     Saudações Biblioteconômicas!!

    Recebi do CRB10 estas informações muito interessantes e achei que deveria partilhar com vocês.



Biblioteconomia da UCS tem aula inaugural



Dia 9 de março de 2013 é uma data histórica para a Biblioteconomia brasileira. Com grande satisfação, participamos ativamente da aula inaugural do primeiro Curso de Bibliotecomia do Brasill, oferecido na modalidade EAD pela Universidade de Caxias do Sul.


Além da presença de alunos, professores, funcionários e colegas, estiveram também presentes o Magnífico Reitor, Prof.Izidoro Zorzi; Pró-Reitores; Coordenador do Curso de Biblioteconomia da UCS, Prof. Marcos Leandro Freitas Hübner;Alexsander Ribeiro, Vice-Presidende do CRB10 e Angelica Miranda, Presidente do CRB10, que proferiu a palestra"Bibliotecário: a formação do novo profissional da informação".

O curso possui pólos nas regiões de Caxias do Sul, São Sebastião do Caí e Vacaria. Uma das curiosidades é que o curso terá como professores, colegas formados pela Ufrgs e Furg.

 
     Até a próxima!
 
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Absurdo

          Saudações Biblioteconômicas!!

       Recebi este e-mail do CRB10 e confesso que também fiquei indignada com a situação.
       Por que fazer concurso se não chama o profissional? É para mostrar que está fazendo o concurso, mas não chama ninguém?
       Que deselegância!
 
Taline Oppitz, em sua coluna no Correio do Povo, do dia 25 de fevereiro colocou a seguinte nota:

"O Vice-prefeito Sebastião Melo entrou em campo para tentar solucionar o impasse em torno da falta de nomeação de bibliotecários qaue passaram em concurso público realizado em 2009. O prazo para nomeação dos classificados para 32 vagas se encerra dia 30 de março. Até agora, apenas oito assumiram os cargos. A intenção é evitar ação judicial que poderia acarretar em alto custo para a prefeitura".

No dia 5 de março, na sede do CRB10, participamos de uma reunião com o grupo de bibliotecárias aprovadas no concurso público da Prefeitura de Porto Alegre.

O CRB10 repudia a morosidade do processo de nomeação dos aprovados no concurso público. Esperamos que o Vice-prefeito sensibilize o Prefeito e ajude a evitar um desgastante processo judicial.
 
      Até a próxima,
 
 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Para quê isso?

          Saudações Biblioteconômicas!!

       Deixo hoje um texto, de minha autoria, que acho válido pensar a respeito. Desejo a todos uma ótima leitura e, se quiserem, comentem.



Para quê isso?

Admito, faz algum tempo que eu não converso com outros colegas da Biblioteconomia, pois minha rotina acaba não permitindo esses encontros. Só para terem uma ideia, tive de deixar aberta a vaga de Conselheira no CRB10 em função disso. Apesar dessa distância , observo que nas vezes em que estive perto ou conversei com um bibliotecário, o resultado foi o mesmo: vocabulário técnico desnecessário.
Certo, nossa profissão possui termos específicos próprios, mas usá-los para mostrar que sabe deles é deselegante. É como se o profissional quisesse mostrar às pessoas que domina a terminologia sem ter uma situação específica para isso.
Não concluam que eu estou criticando os Bibliotecários e suas linguagens técnicas, nada disso, pois eu estaria criticando a mim também. O que eu quero dizer é que devemos saber dos termos de nossa profissão, mas para o trabalho ou algum evento da área. Para quê falar com oura pessoa (bibliotecário) como se estivesse trabalhando em uma biblioteca? Tenho 2 exemplos que ilustram muito bem o que quero dizer:
A estagiária que trabalhava comigo realizou uma entrevista, em grupo, para atuar em uma biblioteca escolar. No final, a entrevistadora perguntou aos candidatos:
“Se eu dissesse para vocês que foram escolhidos para ocupar a vaga, qual seria a primeira pergunta que vocês fariam?”
Tic-tac, o tempo está passando...
Pois é, a estagiária contou que uma concorrente perguntou: “Qual é o tipo de usuário?”
Fala sério. A pessoa já não foi à entrevista sabendo qual era o tipo de biblioteca? Pior que a estagiária acabou fazendo uma pergunta parecida, para não “soar estranho”, mas fazer esse tipo de pergunta é que é estranho.
Analisem bem: o profissional se candidata à vaga sabendo qual é o tipo de biblioteca e pergunta qual é o tipo de usuário? Pareceu-me chover no molhado.
Se eu estou concorrendo a uma vaga e alguém diz que fui selecionada, a primeira coisa que vou perguntar é: Quais são os documentos necessários e o horário no qual tenho de me apresentar no RH. Simples assim. Pois é óbvio que, antes de começar a trabalhar a pessoa tem de levar os documentos necessários para formalizar a contratação e ainda fazer o exame admissional... ninguém sai trabalhando “à la loco” sem antes fazer os procedimentos.
Por isso insisto: para quê perguntar qual o tipo de usuário? Se é uma biblioteca escolar, os usuários serão os alunos, professores, funcionários e mais algum grupo que possa ser determinado pela escola.
Se é uma biblioteca de contabilidade, os usuários serão estudantes e profissionais contábeis e os funcionários da instituição.
Então? Como pode um profissional questionar isso? Talvez na biblioteca escolar frequentem médicos e engenheiros e não estudantes...
O segundo caso ocorreu comigo.
O diretor daqui veio à biblioteca acompanhado de duas bibliotecárias de outro conselho que nada tem a ver com o conselho onde trabalho. Pois bem, apresentei a biblioteca a elas e depois começaram as perguntas. Sério, as perguntas eram tão óbvias que eu nem sabia responder e tentava pensar em uma resposta que não soasse idiota.
Questionar qual o turno de maior frequência tudo bem, até porque as pessoas não têm obrigação de adivinhar isso. Mas perguntar como era feita a compra dos livros, me tirou do sério. Elas são bibliotecárias! Não precisam perguntar isso justamente pelo fato de que elas também compram livros e, se o conselho delas procede como o meu, é tudo igual. Também perguntaram o tipo de usuário
Acredito que essas perguntas são feitas justamente pelo fato de não haver assunto, então só resta falar tecnicamente para mostrar que é profissional da área. É como se o fato de usar termos técnicos conferisse um ar mais profissional à pessoa.
Sabem o que seria interessante perguntar? “Houve alguma situação diferente com algum usuário? Os usuários estão satisfeitos com os serviços oferecidos? O que gostaria de mudar ou acrescentar à biblioteca, etc...”
Acredito que perguntas mais subjetivas são melhores assimiladas e as respostas fluem melhor e mais completas, até porque são assuntos que fogem do comum da Biblioteconomia, apesar de estarem inseridos nela.

          Até a próxima!

 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

CRB10 - Diretoria e Comissões 2012-2014

         Saudações Biblioteconômicas!!

      Passei hoje por aqui para comunicar a vocês que no site do Conselho Regional de Biblioteconomia há a foto da Gestão eleita para 2012-2014.
      A Diretoria do CRB10 está composta pelos seguintes Bibliotecários:

      

Presidente: Angélica Conceição Dias Miranda, CRB-10/1102
Vice-Presidente: Débora Jardim Jardim, CRB-10/1598
1º Secretário: Alexsander Borges Ribeiro, CRB-10/1932
2ª Secretária: Raquel Cristiane da Silva Guimarães, CRB-10/1431
Tesoureira: Silvana dos Santos Sant’Anna, CRB-10/2071


    As comissões estão compostas pelos seguintes Bibliotecários:

Comissão de Tomada de Contas Coordenadora: Karen Ribeiro de Freitas, CRB-10/1875
Sibila Francine Binotto, CRB-10/1743
Flavia Menezes De Carvalho, CRB-10/1512

Comissão de Ética
Coordenador: Daniel de Souza Cunha, CRB-10/1904
Karen Ribeiro de Freitas, CRB-10/1875
Flávia Menezes de Carvalho, CRB-10/1512

Comissão de Divulgação
Coordenadora: Raquel Cristiane da Silva Guimarães, CRB-10/1431
Silvana dos Santos Sant’anna, CRB-10/2071
Eleonora Liberato Petzhold, CRB-10/1801

Comissão de Fiscalização
Coordenadora: Marilis Martins de Aguiar, CRB-10/543
Nelson Oliveira da Silva, CRB-10/854
Karen de Freitas Ribeiro, CRB-10/1875

Comissão de Legislação e Normas
Coordenadora: Silvana dos Santos Sant’anna, CRB-10/2071
Nelson Oliveira da Silva, CRB-10/854
Michele Irigaray Moisés Pedreira, CRB-10/1832

Flávia Menezes de Carvalho, CRB-10/1512
Clarisse Olga Arend, CRB-10/2021

Comissão Temporária de Educação e Cultura
Coordenadora: Débora Jardim Jardim, CRB-10/1598
Marilis Martins de Aguiar, CRB-10/543
Bibliotecária convidada: Loiva Teresinha Serafini, CRB-10/1051

Comissão Temporária de Licitação
Coordenadora: Michele Irigaray Moisés Pedreira, CRB-10/1832 Eleonora Liberatto Petzhold, CRB-10/1801
Denise Sperb Vianna, funcionária do CRB10

Comissão Temporária de Concursos
Coordenador: Alexsander Borges Ribeiro, CRB-10/1932
Daniel de Souza Cunha, CRB-10/1904
Sibila Francine Tengaten Binotto, CRB-10/1743

Comissão Temporária Científica
Coordenadora: Jeane De Lucia Barros de Lima, CRB-10/2095
Eleonora Liberatto Petzhold, CRB-10/1801
Flávia Menezes de Carvalho, CRB-10/1512
Bibliotecária convidada: Ana Cristina de Freitas Griebler, CRB-10/933




       Bem pessoal, por hoje era isso. Até a próxima!


domingo, 8 de janeiro de 2012

Posse Conselheiros CRB 10/2012

            Saudações Biblioteconômicas!!


        Esta é a primeira postagem do Blog de 2012 e creio eu, começo bem, com a cerimônia de Posse dos Conselheiros do CRB 10 do triênio 2012/2014.
       Foi uma cerimônia simples, mas muito importante.
       Gravei alguma parte da cerimônia, mas temo que o vídeo não tenha ficado muito bem, pois quem gravou para mim, não sabia manusear o celular, mas enfim... pelo menos é possível ter uma ideia da coisa...
      Fico por aqui,
      Abraços a todos,