sábado, 27 de abril de 2019

Bibliotecário CFB Vídeo

Saudações Biblioteconômicas!!

Esta postagem de hoje vai ser breve. 
Eu estava pesquisando sobre Bibliotecário no Youtube e encontrei esse vídeo do Conselho Federal de Biblioteconomia e achei muito bom. Provavelmente, vocês já conhecem, mas achei interessante para acrescentar ao Blog. 


Por essa semana é isso. Se houver algum assunto, trarei aqui, para vocês.
Bom final de semana!






sábado, 20 de abril de 2019

Bibliotecário

Saudações Biblioteconômicas!!

Trago para vocês uma reportagem do ano passado.
Provavelmente, muitas pessoas devem se lembrar dessa reportagem, mas infelizmente, ela continua sendo atual... As pessoas, em sua maioria, continuam achando que o Bibliotecário não precisa ter "a importância necessária" que a profissão necessita.
Tanto isso é verdade, que as escolas continuam colocando professores de inglês ou professores que enchem o saco e não tem onde colocar, na biblioteca exercendo a função falsa de bibliotecário.
Precisamos ir muito longe? Em um de meus últimos textos que eu escrevi aqui, vocês lembram que eu publiquei uma nota grande de repúdio do Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia falando sobre a "imbecilidade" do autor da novela O Sétimo Guardião, em colocar uma professora primária no papel de Bibliotecária.
Entendam que nada contra outras profissões, mas vocês devem concordam comigo que existem muitas pessoas assumindo o nosso lugar de direito.
Se Bibliotecário fosse tão fácil de ser, não precisaria haver uma faculdade de 4 anos para a gente ter nosso Bacharelado em Biblioteconomia. Aliás, nem precisaria haver uma faculdade.
Mas se existe a faculdade para formar Bibliotecários, assim como existem faculdades para formar qualquer outro tipo de profissão, como  advogado, médico e tantas outras, então vamos manter o respeito a todas as profissões e não somente às profissões que pessoas do "tipo" desse jornalista, que não sabe nada de nada, fica falando por aí.
Pessoas desse tipo, na minha opinião, são todas desocupadas que perdem o tempo falando dos outros sem cuidar do próprio nariz.
Abaixo, segue a reportagem.


http://biblioo.info/estabilidade-para-bibliotecarios/

14 de maço de 2018


ESTABILIDADE PARA BIBLIOTECÁRIOS NÃO FAZ SENTIDO, DIZ JORNALISTA

Declaração provocou indignação entre os profissionais. C. A. da FESPSP se manifestou sobre o assunto


Num texto publicado em seu blog no G1 nesta segunda-feira (12), o jornalista Helio Gurovitz disse que a estabilidade no serviço público para bibliotecários não faz sentido. Segundo ele, as diferenças entre a remuneração no setor público e na iniciativa privada e garantia constitucional da estabilidade configuram privilégios “mesmo para atividades em que não faz sentido – de bibliotecário à faxineiro”.
O texto publicado no dia do bibliotecário repercutiu rapidamente nas redes sociais e provocou indignação entre os profissionais. “Deve fazer sentido para eles ser terceirizado para receber com atraso, levar calote de empresas que fecham e reabrem com outro CNPJ”, disse a bibliotecária Teresa Silva no Facebook.
O Centro Acadêmico Rubens Borba de Moraes, dos estudantes de biblioteconomia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), publicou uma nota de repúdio às declarações do jornalista, chamando-as de rasas e inexistentes.
“Repudiamos as declarações do jornalista e reiteramos que as mesmas ferem uma classe profissional. Nós, enquanto Centro Acadêmico, temos a missão de defender a profissão que estes escolheram, e lutar contra falas e desconhecimentos acerca do profissional que em muito já é desqualificado e desconhecido pela sociedade que não entende qual é o papel fundamental deste”, diz a nota.
“Sendo a atuação do bibliotecário imprescindível para setores em que se faz necessário a gestão da informação e do conhecimento, inclusive em instituições da administração direta e indireta e nas autarquias federais”, reclamam os estudantes.
A Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB) enviou uma carta à redação do site solicitando que o jornalista se retrate publicamente.
“Nós Bibliotecários(as) brasileiros(as), aqui representados(as) pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB, vimos exigir deste jornal de grande circulação nacional, um pedido de retratação pública do jornalista Hélio Gurovitz, pela publicação da matéria intitulada “Os privilégios do funcionalismo” no dia 12 de março, coincidentemente, nesta data, se comemora o Dia do Bibliotecário, profissional que foi extremamente desrespeitado pelo jornalista”, diz a carta.

Helio Gurovitz: “estabilidade no serviço público para bibliotecários não faz sentido”. Foto: divulgação

ESTABILIDADE NO SERVIÇO PÚBLICO

A estabilidade no serviço público está prevista na Constituição Federal de 1988, artigo 41, garantindo aos servidores as condições necessárias para que este possa desempenhar suas funções protegido das pressões de quaisquer intervenções políticas ou grupos econômicos.
“No cômputo geral, o que poucos percebem é que a estabilidade, antes de ser é uma proteção para o servidor público, funciona como uma salvaguarda para a normal existência das instituições que sustentam a nossa democracia. É um dos antídotos utilizados para que o serviço público seja prestado por profissionais que estejam verdadeiramente comprometidos com a população, e não com governantes. Governos vêm e vão, partidos surgem e desaparecem, enquanto o Estado e a população permanecem e, geralmente, são os que arcam de maneira mais onerosa com as consequências deletérias de uma administração pública amadora e desastrosa”, esclarece o professor Danuzio Neto.
Embora a Constituição garanta ao servidor público a estabilidade, não é verdade que isso não possa resultar em um processo de exoneração ou mesmo de demissão à pessoa que cometa algum ato infracional no exercício de suas atribuições. É o que prevê o § 1º do artigo 41 da Carta Magna, segundo o qual servidor perderá o cargo: 1) em virtude de sentença judicial transitada em julgado; 2) mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa e3) mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa.

Eu pesquisei na Internet e confesso a vocês que não encontrei nenhuma nota ou reportagem desse repórter "inteligente", fazendo algum tipo de retratação.
Se algum de vocês conseguir achar, por favor entre em contato.
Por hoje era isso.
Fico por aqui desejando a todos vocês um ótimo final de semana.
Até sábado que vem.




sábado, 13 de abril de 2019

Sábado é dia de Biblioteconomia e Informação

Saudações Biblioteconômicas!!!

Fiz este cartaz para ajudar na divulgação do Blog :)


Espero que gostem :)
Até mais!



Bibliotecários - Sétimo Guardião

Saudações Biblioteconômicas!!!

Depois de um ano afastada cá estou eu novamente, escrevendo no Blog :)
Não sei se eu já disse aqui, mas eu demoro para escrever, mas não deixo de postar informações. Porém, tenho total ciência de que ficará melhor para todo mundo se eu postar com mais frequência :)
Farei um esforço maior para que isso dê certo.
Vocês também poderiam ajudar enviando sugestões de assuntos para debatermos aqui no Blog.

Bem, apesar de fazer um bom tempo que essa informação foi divulgada pelo Conselho Federal de Biblioteconomia, só agora estou postando aqui no Blog.
Confesso que achei muito interessante  e louvável a atitude do Conselho, de esclarecer às pessoas quem é o profissional Bibliotecário, porque vamos concordar que é uma palhaçada as pessoas até hoje ficarem com aquela pergunta besta:


Definitivamente, isto já passou da conta e deixa o Bibliotecário enfadado.
Vou então postar aqui o texto enviado pelo presidente do CFB.





Apoio totalmente essa atitude e acho que vou pensar em algum tipo de campanha ou algo do gênero para ajudar nessa causa, de espalharmos mais informações sobre o Profissional Bibliotecário e desmistificar essa visão errada, deturpada e equivocada de quem nós somos e o que fazemos.
Se acaso vocês tiverem ideias e sugestões para enviarem saibam que todas serão bem vindas.
Vamos nos unir, divulgar e tornar nossa profissão mais conhecida!
Bem, por hoje era isso. Até semana que vem.
Abraço a todos!


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Móveis de livros

Saudações Biblioteconômicas!

Navegando pela internet achei essas imagens lindas de móveis e objetos feitos de livros. 
Achei o máximo, é uma ótima ideia de decoração. Acho que vou seguir a tendência.










Por essa semana era isso...
Até quarta que vem.



quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

2.5 Comunicação e informação

Saudações Biblioteconômicas!!

Hoje vou postar mais um tópico do meu TCC sobre Marketing em Unidades de Informação.



2.5 Comunicação e informação: essenciais no marketing de relacionamento


Como o próprio nome diz, marketing de relacionamento é a interação entre o cliente/usuário e a unidade de informação, pois é uma abordagem voltada para o cliente/usuário com o objetivo de suprir suas necessidades e desejos, alterando toda a estrutura organizacional que o adota como nova filosofia de gerenciamento. Porém, para que aconteça o marketing de relacionamento é fundamental que haja comunicação de forma clara e objetiva para que todos os envolvidos recebam a informação sem ruídos ou distorções. Dessa forma, o programa de comunicação interna, abordado anteriormente no endomarketing, faz-se tão necessário neste contexto, pois é a informação o produto gerado por ela, que irá circular entre todos os clientes, sejam eles internos ou externos.
É importante atentar para a definição de Mckenna (1992), ao dizer que informação e comunicação não são a mesma coisa. Para ele, a informação é fria e objetiva e a comunicação é pessoal, qualitativa e empírica. Assim, no entender de Mckenna (1992, p. 92): “Uma comunicação eficaz é mais provável quando as pessoas estão frente a frente [...]”
A unidade de informação existe para oferecer produtos e serviços aos usuários, todavia, para que eles sejam entregues com qualidade, é imprescindível que exista comunicação tanto entre os funcionários da biblioteca quanto os da instituição, com os usuários. Se há falhas na comunicação interna da biblioteca, o cliente/usuário será o primeiro a receber e perceber esta falta e, conforme entende Ferreira (2003), quando uma informação errada é dada ao cliente externo ou uma imagem negativa é transmitida, pode comprometer todo o desenvolvimento de um projeto.
McKenna (1992, p.92) ilustra bem o papel da comunicação quando cita a propaganda de boca:


A propaganda de boca provavelmente é a forma mais poderosa de comunicação no mundo dos negócios. Pode tanto ferir a reputação de uma empresa quanto alavancá-la no mercado. As mensagens ficam na cabeça das pessoas.


Tal situação é verídica, quando se relata uma situação pela qual um grupo de alunos realizou uma visita a uma unidade de informação com o proposto de realizar um trabalho universitário. O auxiliar que os atendeu, o fez de tão má vontade que, mesmo passados três anos, a mensagem do mau atendimento continua sendo transmitida pelo cliente insatisfeito, a todas as pessoas que comentam a vontade de visitar a referida instituição.
Mckenna (1992) cita quais são os principais alvos da propaganda de boca que merecem atenção:
  1. Clientes – todo cliente é importante, mas o primeiro pode fazer de seu negócio um sucesso estrondoso ou um fracasso total.
  2. Observadores do setor – os setores em expansão estão cheios de consultores, intérpretes e futuristas e profetas que selecionam e publicam informações sobre eles.
  3. A comunidade financeira – quem investe na empresa é mais importante do que o montante de capital investido.
  4. A comunidade – todos que são entrevistados por uma empresa, entregam um pacote ou visitam uma firma, vão embora com uma impressão sobre ela.
Aplicando estes conceitos às unidades de informação, tem-se:
  1. Clientes – pessoas que utilizam os serviços da unidade de informação.
  2. Observadores do setor – bibliotecários de outras unidades de informação, fornecedores ou distribuidores de material bibliográfico.
  3. A comunidade financeira –setor a qual a unidade de informação está subordinada ou o(os) responsável(veis) por disponibilizar os recursos financeiros à biblioteca.
  4. A comunidade – conjunto de pessoas que entra na unidade de informação, fazendo ou não uso dos serviços e produtos oferecidos por ela.
Portanto, se faz necessário que tanto os bibliotecários quanto os demais funcionários da unidade de informação estejam sempre atentos, especialmente para a impressão que irão causar nos clientes/usuários que utilizarem seus serviços pela primeira vez. É preciso ter sempre em mente a máxima conhecida – A primeira impressão é a que fica – pois desta forma, todos que trabalham na instituição estarão sempre cuidadosos em passar uma boa imagem, fazendo com que ele se sinta sempre à vontade para expor suas necessidades informacionais.
Para que haja a comunicação, é preciso que as pessoas entendam-se mutuamente e cheguem a uma mesma idéia, para que a informação possa ser transmitida com clareza. A comunicação tem duplo sentido, pois parte da direção em que a informação é dada e vai para a direção em que é recebida. Para que a comunicação efetivamente se estabeleça, é necessário que as pessoas aprendam a ouvir e a falar claramente o que desejam. Pilares (1989) confirma estas premissas quando diz que as pessoas devem conscientizarem-se da necessidade do ato de ouvir, que envolve a interpretação e a compreensão do que é transmitido, pois só assim é possível atender o que é dito. O ato de ouvir é fundamental tanto para o pessoal da biblioteca quanto para o usuário que recebe a informação que lhe é fornecida.
Para que a comunicação, tanto do ambiente interno quanto do externo, seja mais bem realizada, faz-se necessário notar alguns pontos importantes como: demonstração de respeito e de aceitação, tanto do emissor quanto do receptor, do que é transmitido, pois é fundamental que haja consenso entre as duas partes, caso contrário, não haverá comunicação; escutar, atentamente, o que o outro tem a dizer, pois se isto não acontecer, cada um poderá ouvir o que lhe for conveniente; ater-se à informação dada e não à pessoa que a transmitiu, já que, em muitos casos ocorre falha na comunicação em função de antipatias existentes entre os funcionários ou o pessoal da biblioteca e o usuário externo – o que não pode ocorrer em um ambiente profissional, pois prejudicará a transmissão da comunicação; realizar comentários descritivos, uma vez que explicam de forma específica um acontecimento ou um procedimento, o que Pilares (1989), complementa afirmando que os comentários descritivos são mais fáceis de aceitar e descrevem o comportamento sem atacar a outra pessoa, o que pode gerar uma reação defensiva. Outra forma de facilitar a comunicação através de perguntas, proporcionando possibilidades de o outro expressar suas idéias e necessidades.
A comunicação é essencial nas unidades de informação. Sem ela, o bibliotecário não poderá atender às necessidades de seus clientes/usuários. Para garantir uma boa comunicação, o bibliotecário deve: cuidar para não transmitir informações repetidas; não omitir informações, acreditando que o cliente/usuário já sabe a resposta; demorar em responder à pergunta feita; fornecer uma resposta confusa e sem coerência, utilizando palavras incorretas ou impróprias para a situação. É preciso que o bibliotecário converse com cada cliente/usuário de forma diferente, respeitando sua linguagem. Assim, haverá a garantia de uma comunicação mais eficiente, já que a linguagem utilizada ao conversar com um médico, por exemplo, não será a mesma usada para conversar com um aluno de segundo grau.
Deve-se ressaltar que o bibliotecário é parte importante na comunicação realizada no marketing de relacionamento, pois ele é o responsável pela transmissão da informação solicitada. Portanto, ao emitir uma informação, é imprescindível que ele incentive seu cliente/usuário a expressar o que deseja, esteja concentrado realmente no que lhe é questionado, não demonstre falta de interesse pelo que lhe é solicitado, não tenha juízos precipitados sobre o que o cliente/usuário tem a dizer, não o julgue por seu modo de falar, de se vestir ou de agir. Cuidando desses pequenos detalhes, que podem ser transformados em grandes empecilhos na transmissão da informação, o bibliotecário perceberá com maior clareza o que o cliente/usuário tem a dizer.
Para que o relacionamento entre estes dois atores seja realizado de forma satisfatória é preciso atentar para alguns impedimentos que podem vir a prejudicar a comunicação e a transmissão da informação, conforme aponta Pilares (1989):
  1. o emissor transmite determinada mensagem, porém salienta que não era aquilo que queria dizer;
  2. o emissor reage emocionalmente, dificultando que determinado assunto seja debatido, pois a emoção envolvida dificulta a transmissão da informação;
  3. o emissor e/ou o receptor vêm de uma situação de rivalidade ou hostilidade;
  4. uma pessoa de posição hierárquica superior acha que não há necessidade em se comunicar com os subordinados;
  5. o emissor ou receptor está cansado física ou emocionalmente, podendo prejudicar a transmissão da informação;
  6. o emissor envia palavras de duplo-sentido;
  7. há diferenças na percepção de cada indivíduo sobre um mesmo fato.

Se tais impedimentos forem constantemente identificados, avaliados e melhorados, a comunicação poderá ser mais bem realizada e a informação melhor transmitida evitando, assim, falhas e distorções na interação entre os envolvidos no processo de comunicação. 

Por hoje era isso, espero que tenham gostado. Até semana que vem!


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Lindas imagens

Saudações Biblioteconômicas!!

Desejo a todos um ótimo 2018. Que nesse ano possamos realizar todos os nossos sonhos e projetos :)
Bem, a primeira postagem de 2018 vai ser bem light. 
Encontrei na internet essas imagens muito bonitas envolvendo livros. Achei o máximo a árvore de Natal feita com livros. Com certeza, no Natal que vem, eu vou fazer a árvore assim.










Infelizmente, na pressa para salvar as imagens eu acabei esquecendo de anotar a referência. Eu sei: falta grave para um Bibliotecário, mas também somos humanos e cometemos erros às vezes, o que não posso é fazer isso de novo...
Espero que tenham gostado das imagens.
Semana que vem eu volto com a postagem do TCC.
Um grande abraço e até quarta!